Bolg do Carlos Salomão
SalomãoCARLOS SALOMÃO, nasceu em Bacabal-MA, em 1960, é Advogado, Jornalista, Administrador, Geografo e Assessor de Imprensa da Cepisa.
Cepisa começa a ampliar a subestação do Jockey
Nesse domingo, 16, a Cepisa iniciou a ampliação da subestação Jockey em Teresina, substituindo um dos três transformadores de força da subestação e até o final do mês mais um transformador será trocado para ampliar a potência em 10 MVA, energia suficiente para atender uma população de mais 60 mil pessoas. Amplia a oferta e melhora a qualidade da energia fornecida na capital.
Portanto, as rápidas interrupções no fornecimento de energia ocorridas ontem, em parte da zona leste de Teresina, apesar dos transtornos que a falta de energia sempre causam, indicaram que as equipes técnicas da Cepisa estavam trabalhando na ampliação da subestação,
A subestação Jockey, que hoje tem 66 MVA de potência, passará para 76 MVA, assumindo a posição de maior subestação da Cepisa em todo o Estado.
Os trabalhos começaram às 6:30 da manhã e nesse horário foi necessário suspender o fornecimento de energia por três minutos para remanejar cargas para outras subestações e com isso não realizar desligamentos prolongados.
Às 15:15 h os trabalhos foram concluídos e mais uma vez houve necessidade de interromper o fornecimento, rapidamente (6 minutos), para retornar as cargas à subestação, já ampliada. O investimento da Cepisa no novo equipamento instalado é de R$ 1,4 milhões, portanto, com a substituição do segundo transformador até o final de agosto esse valor cresce para R$ 2,8 milhões.
No início da noite, com a entrada da iluminação pública e a conseqüente elevação das cargas, ocorreram outras interrupções de, aproximadamente três minutos cada uma, resultado da atuação do sistema de proteção, exigindo que Cepisa fizesse ajustes técnicos no equipamento instalado, o que foi finalmente concluído por volta de 22 horas.
Cepisa energiza domingo nova LT de Piripiri a Campo Maior
No próximo domingo, dia 16, a Cepisa vai energizar a linha de transmissão em 69 kV de 82,5 km de extensão, construída entre Piripiri e Campo Maior, beneficiando mais de 72 mil consumidores de energia residentes em 21 cidades da região norte do Estado, dentre elas Campo Maior, Barras, Castelo do Piauí, Altos, Beneditinos, Alto Longá e São Miguel do Tapuio.
As equipes técnicas da Cepisa acreditam que o trabalho de interligação da nova linha com a subestação de Campo Maior e a energização devem ser feitos em três horas, a partir das 6:30 da manhã de domingo.
Nesse horário a Cepisa vai interromper o fornecimento de energia, para possibilitar a execução dos trabalhos, nas cidades de Campo Maior, Nossa Senhora de Nazaré, Boqueirão do Piauí, Castelo do Piauí, Sigefredo Pacheco, Jatobá do Piauí, São João da Serra, Juazeiro do Piauí, Buriti dos Montes, Assunção do Piauí, São Miguel do Tapuio, Barras, Cabeceiras, Boa Hora e os povoados da região.
Gregório Paz, Assistente da Diretoria de Operação, explica que além de construir a nova linha de transmissão, a Cepisa ampliou em 92% a capacidade da subestação de Campo Maior, investindo R$ 14,1 milhões, financiados pela Eletrobrás.
Segundo Valdenrique Mendes, Gerente de Ampliação da Transmissão, essa obra é muito importante para o sistema elétrico da região e sua conclusão está sendo aguardada com muita ansiedade nas cidades que passam a dispor, já a partir deste domingo, de mais energia e, principalmente, mais qualidade no fornecimento com a regularização dos níveis de tensão.
SENAI ministra curso para a CEPISA
O Centro de Formação Profissional “Cândido Athayde” (CFP CA), unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Piauí (SENAI/PI), está realizando o curso de Segurança no Sistema Elétrico de Potência - SEP - NR10 Complementar para a empresa Cepisa.
O curso, com carga horária de 60 horas, objetiva apresentar medidas que proporcionem maior segurança nos trabalhos que envolvem o uso da eletricidade, abordando os princípios e condições inseguras aos quais estão submetidos os trabalhadores, bem como os procedimentos cabíveis a serem tomados a fim de evitar acidentes.
O referido curso, que conta com a participação de 25 alunos pertencentes à Companhia de Eletricidade do Piauí (Cepisa), vem sendo realizado nas dependências do Centro de Unidades Móveis do Senai do Piauí, na zona norte de Teresina. De acordo com Sandra Ataíde Silva, da Divisão de Formação Profissional do Senai piauiense, a ação faz parte de um convênio firmado entre a entidade e a Cepisa.
Segundo ela, cerca de 600 colaboradores da empresa já foram atendidos com o Módulo Básico da NR-10 entre os anos de 2007 e 2008. “O objetivo é garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas em alta tensão e Sistema Elétrico de Potência, em suas diversas etapas, incluindo projeto, execução, operação, manutenção, reforma e ampliação e, ainda a segurança de usuários e terceiros”, explica Sandra Ataíde.
Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí, Antonio José de Moraes Souza, “este curso visa capacitar o profissional para trabalhar com segurança na área elétrica, em alta tensão, oferecendo uma visão sistêmica dos riscos e medidas preventivas, de modo a minimizar acidentes e doenças ocupacionais”.
JÂNIO HOLANDA – ASCOM/FIEPI
LT 69KV Piripiri - Campo Maior esta 90% concluída
A mais importante obra para resolver um antigo problema da Cepisa em toda região de Campo Maior, já se encontra com 90% executada, trata-se da linha de transmissão na tensão de 69 KV ligando as cidades de Piripiri e Campo Maior.
Minador de água e pedras resistentes dificultam a escavação de buracos
Um dos problemas que atrasaram a conclusão das obras é o fato de, no inverno, a região de Campo Maior ficar alagada, dificultando os acessos, transporte e perfuração dos buracos para implantar as estruturas, principalmente onde há necessidade de uso de dinamite.
Cidades que serão beneficiadas após conclusão da Linha
Com a conclusão dessa obras, além da cidade de Campo Maior, serão beneficiadas diretamente por esta linha as cidades de Altos, Nossa Senhora de Nazaré, Boqueirão, Cabeceiras, Boa Hora, Barras, Jatobá, Sigefredo Pacheco, Juazeiro do Piauí, S. João da Serra, Castelo do Piaui, São Miguel do Tapúio, Buriti dos Montes e Assunção do Piaui terão melhorias na qualidade da energia distribuída, a regularização dos níveis de tensão e a diminuição dos desligamentos.
De acordo com o assistente do diretor de operação, Gregório Paranaguá com a energização dessa Linha, “haverá uma substancial melhora na qualidade e continuidade do fornecimento de energia, tanto na regularização do nível de tensão como na confiabilidade, pois a partir de sua ligação teremos uma alternativa de suprimento entre Teresina e Piripiri”.
Muito esforço fisico para lançamento dos cabos
Gregório Paranaguá informou ainda a que a conclusão da ampliação da linha de transmissão "Piripiri-Campo Maior, de 69 KV, previsto para ser energizada no próximo mês de abril, “vai acabar com o estrangulamento na distribuição de energia na cidade”.
Trecho da obra concluida de Cocal de Telha a Piripiri
A Cepisa esta investindo nessa obra cerca de R$ 10.751.116,00 com a construção de 89 quilômetros de linha na tensão de 69 KV mais a ampliação e melhorias na Subestação de Campo Maior.
Melhoria para Altos e cidades adjacentes
A previsão da Cepisa é que com a ligação dessa Linha, ocorrerão reflexos imediatos na melhoria da qualidade e da continuidade do fornecimento para a cidade de Altos e cidades adjacentes, uma vez que toda a região de Campo Maior que hoje é alimentada através de Altos passará a receber energia de Piripiri e assim serão retirados desta linha, por exemplo, Campo Maior, Castelo e Barras, além de outros municípios.
Só a ligação dessa Linha de Transmissão, já surtirá reflexos positivos com a melhoria da qualidade da energia distribuída, pois a linha de Teresina a Altos já esta no limite de sua capacidade. Além da construção dessa linha, também serão executadas obras de reforma geral e ampliação da subestação de Campo Maior, com investimentos da ordem de R$ 3,5 milhões, com a reforma geral da subestação, incluindo muro e nova casa de comando; ampliação da subestação com a instalação de dois novos transformadores; instalação de disjuntores gerais de 69KV; instalação de painéis de comando novos e modernos.
Os principais equipamentos já estão adquiridos, e a contratação do projeto executivo. Em andamento.
Proposta comissão parlamentar para fiscaliza barragens
“Irei propor uma comissão suprapartidária de deputados pela Assembléia Legislativa para assim podermos acompanhar e fiscalizar de perto todas as barragens do Piauí”, disse o líder do PT na Alepi durante visita a Cocal no último final de semana. O parlamentar conversou com sobreviventes, levando solidariedade às famílias atingidas pelo rompimento da barragem de Algodões I na última quarta-feira (27). De acordo com dados oficiais, oito pessoas morreram e duas ainda estão desaparecidas.
“Nunca tinha presenciado em nosso Estado, uma tragédia como esta. Agora o momento é de muita cautela e investigação. Não se pode culpar ninguém agora, mas buscarmos a verdade dos fatos. É importante também verificarmos a situação de outras barragens para que no futuro não se repita um quadro desolador como esse”, afirmando que no âmbito parlamentar dará o apoio necessário para os municípios atingidos.
Para Seu Corací Albuquerque, morador do assentamento Algodões, a vida de todos da região vai recomeçar do zero. Segundo ele, em minutos todo o sustento local, como animais e plantações, sumiram sem deixar nenhum vestígio.
“ De repente veio aquela golpada d'água. A gente via só aquele brancão, era a água que vinha destruindo tudo com um barulho maior do mundo. Eu fiquei olhando tudo daqui da parte mais alta, e ainda deu tempo de salvar até umas coisinhas no comercio do meu irmão, agora o resto foi embora. Meus jumentos, minhas plantações, minha casa... tudo, o rio levou embora”, disse.
Seu Raimundo, também morador do local, perdeu três netas quando elas se deslocavam para um comercio. Ele relatou que no momento, voltava de sua roça, e que ficou impressionado com o poder de destruição da tromba d'agua.
Nesta terça-feira (02), o governador Wellington Dias confirmou que irá à Brasília para apresentar um projeto de reconstrução dos municípios de Cocal e Buriti dos Lopes. O valor solicitado ao Governo Federal será de R$ 35 milhões.
Luzes novamente acesas em Cocal e Cocal dos Alves
Nesta segunda feira, dia 01, a luz voltou a acender para 31.000 pessoas da região norte do Piauí atingidas pelas águas da Barragem Algodões I que rompeu na quarta feira, 27.
A linha tronco da Cepisa que leva energia elétrica para Cocal e Cocal dos Alves, a 260 km de Teresina, foi reconstruída por uma gente valente, de muita força nos braços e uma vontade enorme de servir.
São aproximadamente 35 km de rede em 13.8 kV que foram arrastados pela avalanche das águas, além da rede de distribuição rural, a partir do povoado Córregos até Cocal.
Mais de 60 pessoas trabalharam incansavelmente
Cerca de sessenta pessoas trabalharam sexta-feira, sábado, domingo e segunda feira desafiando os obstáculos, literalmente no meio da lama e das águas. Abrindo acessos, com a ajuda de máquinas cedidas pelo Governo do Estado, e fincando postes sob o sol, em manilhas, e apesar da chuva, dia e noite. Descanso só quando as condições ou a chuva impediam que o trabalho avançasse.
Equipes da Cepisa trabalharam em duas Frentes
Uma equipe em Cocal liderada pelo gerente regional da Cepisa, engenheiro Bernardo Teles em dupla com o coordenador Antônio Rebelo. Outra em Parnaiba, cidade ilhada, com o engenheiro Benedito Veras. Entre as duas uma ponte quebrada, estrada rompida, dificuldades ampliadas. Duas frentes de trabalho que juntas tinham a responsabilidade de fazer com que a energia da subestação de tabuleiros, localizada em Parnaiba, pudesse chegar a Cocal, unindo os esforços de cada um. De Teresina e Parnaiba todo esforço para garantir materiais, condições técnicas e operacionais.
Desde quinta-feira essa gente fez de tudo, usando avião, carro, caminhão, munck, trator, retro-escavadeira, pá mecânica, moto, bicicleta e muito, muito mais o pé no chão, com a certeza de que cada minuto sem energia aumentava o sofrimento de tanta gente já tão sofrida.
Foi preciso construir um desvio de dois quilômetros de rede
Quando as águas baixaram, uma parte da rede pôde ser reconstruída no mesmo local porém, outra parte foi preciso fazer um desvio de dois quilômetros para afastá-la das águas.
No meio de tanta tragédia sempre a preocupação de prevenir acidentes e garantir condições de segurança para o fornecimento de energia. Decisões preventivas tomadas na hora certa.
O que aconteceu durante esse período
Quarta-feira, às 19 horas, quando as águas da barragem começaram a expor a riscos o trecho da linha de energia que cruza o rio Pirangi, a Cepisa desligou a rede a partir do povoado Córregos, antes que a força das águas arrastasse os postes e jogasse por terra a rede que levava energia para Cocal e Cocal dos Alves, além de inúmeros consumidores rurais. Houve povoado totalmente destruído, onde só a igreja resistiu.
Na quinta-feira o cenário da destruição era conhecido apenas por imagens aéreas, tudo tomado pelas águas, mas a Cepisa já trabalhava no transporte de materiais.
Às 19:36h as águas tinham avançado mais em direção a Buriti dos Lopes expondo a riscos novo trecho da rede obrigando a Cepisa a desligar o alimentador das cidades de Buriti dos Lopes, Caxingó e Caraúbas. Às 22:57h do mesmo dia foi religada a energia porque ali as águas passaram e não provocaram danos ao alimentador.
Toda essa situação também levou a Cepisa a monitorar a linha de transmissão em 138 KV, entre Piripiri e Tabuleiros Litorâneos, que na quinta-feira, 28, tinha cinco estruturas atingidas pelas águas do rio Pirangi, a uma altura de quase dois metros, fato nunca observado na região.
Cepisa contou com o apoio da Chesf
A pedido da Cepisa, a Chesf se prontificou a prestar o apoio que fosse necessário, caso a linha de 138 kV sofresse algum dano, o que felizmente não aconteceu.
Etapa vencida, trabalho que gratifica, honra cada um dos empregados da Cepisa e colaboradores de empresas contratadas.
Príncipe brasileiro está no voo AF447
A família Orleans e Bragança, herdeira da família real brasileira, confirmou que o príncipe Pedro Luis de Orleans e Bragança, estava no voo AF447, que desapareceu na noite de ontem (31). Ele era o único integrante da família presente no voo. Descendente de Dom Pedro II e filho do príncipe Dom Antônio, Pedro Luis, de 26 anos, é o quarto na linha sucessória do trono. As informações foram repassadas pelo escritório que representa a família Orleans e Bragança, em São Paulo.
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Maestro da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio estava a bordo
A assessoria da Prefeirura do Rio informou que o chefe de gabinete do órgão, Marcelo Parente, e a esposa também estão no voo. O prefeito Eduardo Paes e a esposa chegaram ao Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no fim da manhã, e estão conversando com parentes dos passageiros no gabinete de crise montado pela Infraero. Paes informou que vai decretar luto oficial de três dias no município por causa do possível acidente. O governador Sérgio Cabral também vai tomar a mesma medida.
A empresa de pneus Michelin informou que três executivos estão no avião que saiu do Rio para Paris e que está
desaparecido. Os funcionários brasileiros são o presidente para a América do Sul, Luiz Roberto Anastácio, e o diretor de informática Antonio Gueiros, que participariam de uma reunião na sede da empresa na França. Ainda de acordo com a empresa, a funcionária francesa, Christin Pieraerts, que estava no Brasil, também voltava para a França no voo AF 447.
A Companhia Vale informou que o seu diretor da área de manganês e ligas, Marco Mendonça, embarcou no vôo AF 447, Rio-Paris, que está desaparecido depois de partir do Aeroporto Tom Jobim.
O desaparecimento
O Airbus A 330-200 da Air France saiu do Rio às 19h de domingo com destino a Paris e desapareceu no início da noite. A torre de controle recebeu informações de uma forte turbulência e, em seguida, de pane no sistema elétrico, por volta das 23h14 (de Brasília). São 228 pessoas a bordo, sendo 80 brasileiros.
De acordo com o Comando da Aeronáutica, o avião fez o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (CINDACTA III) às 22h33.
Às 22h48 (horário de Brasília), quando a aeronave saiu da cobertura radar do CINDACTA III, de Fernando de Noronha, as informações indicavam que o Airbus voava normalmente a 35.000 pés (11 quilômetros) de altitude e a uma velocidade de 453 KT (840 km/h).
( Com informações da Agencia Brasil )
Cocal sem energia por medida de segurança
A Cepisa desligou ontem à noite, 27, por medida de segurança, a linha de alta tensão que leva energia para Cocal e Cocal dos Alves, a cerca de 260 km de Teresina e a 90 km de Parnaíba. Esses municípios da região norte do Estado somam 31.500 habitantes e perto de 8.500 unidades consumidoras.
A barragem de Algodões I sofreu danos em uma de suas paredes e as águas liberadas atingiram centenas de famílias. A situação poderia se agravar caso ocorresse contato da rede energizada com as águas. Daí a interrupção preventiva do fornecimento de energia.
O Gerente Regional da Cepisa, Bernardo Teles, explicou que a linha cruza o rio Pirangi, afluente do rio Parnaíba, em diversos trechos, sendo um deles entre as cidades de Bom Princípio e Cocal. Como os riscos se acentuavam em função do volume das águas, a empresa decidiu desligar a rede e durante o dia de hoje avaliar os danos causados e as condições de segurança para restabelecer o fornecimento de energia para as duas cidades.
Técnicos da Cepisa fazem hoje uma vistoria na linha por terra enquanto aguardam informações da Defesa Civil e do corpo de bombeiros que contam com ajuda de um helicóptero para melhor avaliação dos danos.
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