Cinema
Redação do Gterra, 30/01/2012 às 15h47minLeonardo DiCaprio mostra vida misteriosa de chefe do FBI
No filme "J. Edgar", Leonardo DiCaprio mostra detalhes da vida misteriosa de J. Edgar Hoover
Edição: Gterra
Herói ou vilão? No filme "J. Edgar", Leonardo DiCaprio mostra detalhes da vida misteriosa de J. Edgar Hoover, que se tornou um dos homens mais poderosos dos EUA ao chefiar o FBI por quase 50 anos (de 1924 a 1972).
Com direção de Clint Eastwood e roteiro de Dustin Lance, a produção --que, apesar do elenco estrelado, não foi indicada a nenhuma categoria do Oscar-- cobre mais de cinco décadas de história.
Logo no início dá para saber mais sobre o caso Lindbergh (pioneiro da aviação cujo filho foi sequestrado e morto), situação que ajudou a alterar leis federais e a levar o FBI (e o próprio Hoover) à fama nacional.
Mas, além de mostrar, também, a influência que o personagem principal exercia sobre os chefes de Estado e como ele costumava exagerar seus feitos, o filme --editado de forma não linear-- abre espaço para os relacionamentos de Hoover. Seu companheiro inseparável Clyde Tolson (Armie Hammer) aparece, de maneira clara, intensa e sutil, como seu amor reprimido.
Já a leal secretária Helen Gandy (Naomi Watts) é quem cuida de seus arquivos secretos até o fim. E sua mãe, Annie Hoover (Judi Dench), surge como uma figura forte de grande inspiração.
Uma curiosidade: para aparentar alguém com mais de 70 anos, DiCaprio teve que usar uma moldura de gesso em seu rosto durante boa parte das filmagens.

Herói ou vilão? No filme "J. Edgar", Leonardo DiCaprio mostra detalhes da vida misteriosa de J. Edgar Hoover, que se tornou um dos homens mais poderosos dos EUA ao chefiar o FBI por quase 50 anos (de 1924 a 1972).
Com direção de Clint Eastwood e roteiro de Dustin Lance, a produção --que, apesar do elenco estrelado, não foi indicada a nenhuma categoria do Oscar-- cobre mais de cinco décadas de história.
Logo no início dá para saber mais sobre o caso Lindbergh (pioneiro da aviação cujo filho foi sequestrado e morto), situação que ajudou a alterar leis federais e a levar o FBI (e o próprio Hoover) à fama nacional.
Mas, além de mostrar, também, a influência que o personagem principal exercia sobre os chefes de Estado e como ele costumava exagerar seus feitos, o filme --editado de forma não linear-- abre espaço para os relacionamentos de Hoover. Seu companheiro inseparável Clyde Tolson (Armie Hammer) aparece, de maneira clara, intensa e sutil, como seu amor reprimido.
Já a leal secretária Helen Gandy (Naomi Watts) é quem cuida de seus arquivos secretos até o fim. E sua mãe, Annie Hoover (Judi Dench), surge como uma figura forte de grande inspiração.
Uma curiosidade: para aparentar alguém com mais de 70 anos, DiCaprio teve que usar uma moldura de gesso em seu rosto durante boa parte das filmagens.

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