Empresarial
Redação do Gterra, 22/10/2009 às 14h54minEstado terá unidade esmagadora de mamona
Petrobras vai instalar unidade esmagadora de mamona no PiauÃ
O deputado Warton Santos (PMDB) fez hoje (22) um balanço da viagem que fez ontem a vários municípios da região de São Raimundo Nonato, acompanhando a comitiva do governador do Piauí, Wellington Dias, para inauguração de obras.
“Em São Brás, onde foi um dos deputados mais votados, tive a satisfação de participar da inauguração do Sistema Adutor do Garrinho. É água potável para mais de 60 mil pessoas. Assistimos também a implantação da Universidade Aberta no município. Uma jovem me procurou para dizer que ficou dois anos sem estudar depois que concluiu o segundo grau. Agora iria voltar a estudar para concluir um curso superior”, destacou.
Em São Raimundo, explicou Warton Santos, o PCPR (Programa de Combate à Pobreza Rural) entregou um trator e implementos agrícolas para associações de produtores rurais de 15 municípíos. ”Já são cerca de 176 tratores entregues para os produtores. Em Bonfim do Piauí e Várzea Branca, prefeitos de diferentes partidos receberam sistema de abastecimento de água. Lá, fui informado pelo presidente da Agespisa (Merlog Solano), que até o final de 2011 o ‘vermelho’ (déficit) da empresa terá desaparecido”, continuou.
Warton Santos ressaltou o encontro de ontem, no Museu do Homem Americano, em São Raimundo Nonato, com agricultores familiares, sindicalistas e parceiros, como o Emater, Semar, Ministério do Desenvolvimento Agrário e, sobretudo, a direção de Biocombustível da Petrobras.
“O ponto alto do encontro, do qual participaram cerca de mil pessoas, foi o anúncio da instalação de uma unidade esmagadora de mamona e de uma câmara setorial do biodiesel. Um técnico da Petrobras lembrou que o projeto de mamona Santa Clara, em Canto do Buriti foi um fracasso porque se plantou, produziu e não vendeu”, revelou o deputado, lembrando que a mamona não serve apenas para extração do biodiesel, mas para produção de torta e para a indústria cosmética.
“A Petrobras prometeu estabelecer um preço mínimo para a mamona, maior que a média nacional. Fomos informados que das 200 toneladas de óleo diesel de mamona produzidas em 2008, a região deve alcançar 500 toneladas em 2009. Mas a agricultura familiar não pode se basear apenas numa cultura, mas deve ser consorciada com outras culturas, como as de subsistência, do arroz, milho, feijão”, defendeu.
O deputado Antonio Félix (PPS) disse que aquela era uma boa notícia vinda da Petrobras, a quinta maior empresa do mundo “tem as costas largas para comprar”. “Tendo a Petrobras como compradora da mamona produzida no Piauí, não tem como não dar certo”.
Antonio Félix disse que o mesmo maquinário para produção de biodiesel pode esmagar o milho, a soja, o girassol. “Essas 500 toneladas a Petrobras esmagaria em um mês. Esse maquinário pode ser aproveitado para outras culturas. Vejo com bons olhos a informação, para um estado que tem 80% das suas potencialidades ainda por serem descobertas”.
Warton Santos disse ter visto em São Raimundo Nonato o entusiasmo do povo com a instalação da unidade esmagadora. “Só não enxerga que não quer ver. Há estradas..., são 49 assentamentos na região, com água, luz, mas sem projetos produtivos não adianta. Temos que associar esses assentamentos a projetos produtivos, como a criação de galinhas e pequenos animais. Tem que haver a qualificação desses produtores”, propôs.
Em novo aparte, Antonio Félix falou da agregação de valores para a produção no Piauí. Citou o óleo da mamona, depois de destilado, custa em média R$ 40. A castanha foi outro exemplo. O quilo de castanha, in natura, custa R$ 0,75. Depois de beneficiada, o quilo da castanha de caju passa valer mais de R$ 40.
Descrente, o deputado Deusimar Brito, o “Tererê”, do PSDB, disse que o sonho de Alberto Silva da produção em larga escala do biodiesel no Piauí não vingou no governo do PT.
“Em Canto do Buriti foi a mesma alegria, mas não deu certo. Quebrou. Deus ajude que isso possa acontecer. Peço a Deus que os tucanos assuma o governo para fazer esse projeto acontecer. Os coitados foram abandonados nos assentamentos. Ficaria feliz se isso acontecesse, mas as promessas não tem sido realizadas. Está fechado em Floriano... o rei Lula veio inaugurar, mas está fechado”, lamentou.
O deputado Warton Santos questionou o deputado tucano. “A Petrobras não investiria recursos na implantação dessa unidade se não houvesse perspectiva de êxito. Se faltou planejamento na unidade de Canto do Buriti, essa falha será corrigida para que a experiência possa ser implementada com sucesso em outras regiões do Piauí. Ora, se até Deus erra, o que dizer de um projeto”, acrescentou.
Em aparte, o líder do PT, deputado João de Deus, disse que o Brasil avançou na graças ao fim do projeto de privatização de empresas como a Petrobras. “É preciso resgatar as informações por inteiro e não pela metade. O biodiesel ainda é um desafio, uma alternativa ao petróleo, que é uma energia que é finita”.
Warton Santos concluiu a sua fala ressaltando que se os programas, como os da mamona, estão dando certo em outros estados, o Piauí está no caminho certo.

“Em São Brás, onde foi um dos deputados mais votados, tive a satisfação de participar da inauguração do Sistema Adutor do Garrinho. É água potável para mais de 60 mil pessoas. Assistimos também a implantação da Universidade Aberta no município. Uma jovem me procurou para dizer que ficou dois anos sem estudar depois que concluiu o segundo grau. Agora iria voltar a estudar para concluir um curso superior”, destacou.
Em São Raimundo, explicou Warton Santos, o PCPR (Programa de Combate à Pobreza Rural) entregou um trator e implementos agrícolas para associações de produtores rurais de 15 municípíos. ”Já são cerca de 176 tratores entregues para os produtores. Em Bonfim do Piauí e Várzea Branca, prefeitos de diferentes partidos receberam sistema de abastecimento de água. Lá, fui informado pelo presidente da Agespisa (Merlog Solano), que até o final de 2011 o ‘vermelho’ (déficit) da empresa terá desaparecido”, continuou.
Warton Santos ressaltou o encontro de ontem, no Museu do Homem Americano, em São Raimundo Nonato, com agricultores familiares, sindicalistas e parceiros, como o Emater, Semar, Ministério do Desenvolvimento Agrário e, sobretudo, a direção de Biocombustível da Petrobras.
“O ponto alto do encontro, do qual participaram cerca de mil pessoas, foi o anúncio da instalação de uma unidade esmagadora de mamona e de uma câmara setorial do biodiesel. Um técnico da Petrobras lembrou que o projeto de mamona Santa Clara, em Canto do Buriti foi um fracasso porque se plantou, produziu e não vendeu”, revelou o deputado, lembrando que a mamona não serve apenas para extração do biodiesel, mas para produção de torta e para a indústria cosmética.
“A Petrobras prometeu estabelecer um preço mínimo para a mamona, maior que a média nacional. Fomos informados que das 200 toneladas de óleo diesel de mamona produzidas em 2008, a região deve alcançar 500 toneladas em 2009. Mas a agricultura familiar não pode se basear apenas numa cultura, mas deve ser consorciada com outras culturas, como as de subsistência, do arroz, milho, feijão”, defendeu.
O deputado Antonio Félix (PPS) disse que aquela era uma boa notícia vinda da Petrobras, a quinta maior empresa do mundo “tem as costas largas para comprar”. “Tendo a Petrobras como compradora da mamona produzida no Piauí, não tem como não dar certo”.
Antonio Félix disse que o mesmo maquinário para produção de biodiesel pode esmagar o milho, a soja, o girassol. “Essas 500 toneladas a Petrobras esmagaria em um mês. Esse maquinário pode ser aproveitado para outras culturas. Vejo com bons olhos a informação, para um estado que tem 80% das suas potencialidades ainda por serem descobertas”.
Warton Santos disse ter visto em São Raimundo Nonato o entusiasmo do povo com a instalação da unidade esmagadora. “Só não enxerga que não quer ver. Há estradas..., são 49 assentamentos na região, com água, luz, mas sem projetos produtivos não adianta. Temos que associar esses assentamentos a projetos produtivos, como a criação de galinhas e pequenos animais. Tem que haver a qualificação desses produtores”, propôs.
Em novo aparte, Antonio Félix falou da agregação de valores para a produção no Piauí. Citou o óleo da mamona, depois de destilado, custa em média R$ 40. A castanha foi outro exemplo. O quilo de castanha, in natura, custa R$ 0,75. Depois de beneficiada, o quilo da castanha de caju passa valer mais de R$ 40.
Descrente, o deputado Deusimar Brito, o “Tererê”, do PSDB, disse que o sonho de Alberto Silva da produção em larga escala do biodiesel no Piauí não vingou no governo do PT.
“Em Canto do Buriti foi a mesma alegria, mas não deu certo. Quebrou. Deus ajude que isso possa acontecer. Peço a Deus que os tucanos assuma o governo para fazer esse projeto acontecer. Os coitados foram abandonados nos assentamentos. Ficaria feliz se isso acontecesse, mas as promessas não tem sido realizadas. Está fechado em Floriano... o rei Lula veio inaugurar, mas está fechado”, lamentou.
O deputado Warton Santos questionou o deputado tucano. “A Petrobras não investiria recursos na implantação dessa unidade se não houvesse perspectiva de êxito. Se faltou planejamento na unidade de Canto do Buriti, essa falha será corrigida para que a experiência possa ser implementada com sucesso em outras regiões do Piauí. Ora, se até Deus erra, o que dizer de um projeto”, acrescentou.
Em aparte, o líder do PT, deputado João de Deus, disse que o Brasil avançou na graças ao fim do projeto de privatização de empresas como a Petrobras. “É preciso resgatar as informações por inteiro e não pela metade. O biodiesel ainda é um desafio, uma alternativa ao petróleo, que é uma energia que é finita”.
Warton Santos concluiu a sua fala ressaltando que se os programas, como os da mamona, estão dando certo em outros estados, o Piauí está no caminho certo.

Comentar
Imprimir
RSS




