Empresarial
Redação do Gterra, 03/03/2011 às 08h32minGoverno quer aumentar impostos da cerveja e refrigerantes
Agora, as empresas argumentam que não terão como absorver o impacto do aumento sem repassar o custo para o consumidor
Edição Gterra
Cervejas e refrigerantes poderão ficar mais caros neste ano. O governo federal planeja aumentar em 8% a carga tributária (IPI e PIS/Cofins) da cerveja. Hoje, a carga é de 38,9%.
Para as demais categorias de bebidas frias, que incluem, além de refrigerantes, isotônicos, refrescos e água mineral, o aumento também seria inferior a 10%.
No ano passado, o governo chegou a falar em um reajuste de 20%, mas acabou cedendo ao argumento de Ambev, Coca-Cola e outros grandes fabricantes. Eles prometeram investimentos recordes em aumento de produção e não houve aumento de tributos.
Desta vez, contudo, com a necessidade de ampliar a arrecadação para cobrir os gastos públicos, o governo parece estar decidido a reajustar os impostos.
Em reunião com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, na semana passada, as empresas entregaram um documento no qual anunciam investimentos de R$ 7,7 bilhões para 2011, desde que não haja aumento de impostos.
Na reunião, as empresas argumentaram ainda que o crescimento de vendas previsto para este ano, sem aumento de preços, deverá gerar R$ 1 bilhão a mais de tributos para o governo.
As empresas também exibiram números que mostram que o investimento efetivamente realizado em 2010 superou o prometido. A promessa era de investir R$ 5,4 bilhões, mas o investimento realizado foi de R$ 6,6 bilhões.
O último reajuste de tributos para a cerveja foi em 2009, de 10% a 15%. No entanto, devido ao ambiente de retração econômica, o aumento não foi repassado para o consumidor.
Naquele ano, enquanto a economia praticamente não cresceu, o setor cresceu 7%.
Agora, as empresas argumentam que não terão como absorver o impacto do aumento sem repassar o custo para o consumidor.

Cervejas e refrigerantes poderão ficar mais caros neste ano. O governo federal planeja aumentar em 8% a carga tributária (IPI e PIS/Cofins) da cerveja. Hoje, a carga é de 38,9%.
Para as demais categorias de bebidas frias, que incluem, além de refrigerantes, isotônicos, refrescos e água mineral, o aumento também seria inferior a 10%.
No ano passado, o governo chegou a falar em um reajuste de 20%, mas acabou cedendo ao argumento de Ambev, Coca-Cola e outros grandes fabricantes. Eles prometeram investimentos recordes em aumento de produção e não houve aumento de tributos.
Desta vez, contudo, com a necessidade de ampliar a arrecadação para cobrir os gastos públicos, o governo parece estar decidido a reajustar os impostos.
Em reunião com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, na semana passada, as empresas entregaram um documento no qual anunciam investimentos de R$ 7,7 bilhões para 2011, desde que não haja aumento de impostos.
Na reunião, as empresas argumentaram ainda que o crescimento de vendas previsto para este ano, sem aumento de preços, deverá gerar R$ 1 bilhão a mais de tributos para o governo.
As empresas também exibiram números que mostram que o investimento efetivamente realizado em 2010 superou o prometido. A promessa era de investir R$ 5,4 bilhões, mas o investimento realizado foi de R$ 6,6 bilhões.
O último reajuste de tributos para a cerveja foi em 2009, de 10% a 15%. No entanto, devido ao ambiente de retração econômica, o aumento não foi repassado para o consumidor.
Naquele ano, enquanto a economia praticamente não cresceu, o setor cresceu 7%.
Agora, as empresas argumentam que não terão como absorver o impacto do aumento sem repassar o custo para o consumidor.

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