Empresarial
Redação do Gterra, 25/05/2010 às 15h37minSerra crÃtica juros altos e ironiza Dilma
O pré-candidato do PSDB à Presidência iniciou discurso na sabatina promovida pela CNI com crÃticas ao governo.
Edição Gterra
O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, iniciou seu discurso na sabatina promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com críticas ao governo do presidente Lula e ironias à ex-ministra Dilma Rousseff, sua adversária na disputa presidencial de outubro.
O tucano reclamou dos juros altos, do crescimento da carga tributária e do nível baixo dos investimentos. Segundo Serra, o Brasil vive uma situação de desindustrialização, com a queda da participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) nacional. "A indústria já está com R$ 7 bilhões de deficit. E não me venham dizer que é porque a economia está crescendo muito."
Isso estaria ocorrendo, na opinião de Serra, por conta de distorções na política macroeconômica. "Não entendi a explicação da Dilma quando ela defende a política cambial e de juros. Sai governo e entra governo e continuamos campeões dos juros. Temos a maior taxa de juros do mundo e a maior carga tributária do mundo, entre todos os países emergentes, ou em desenvolvimento. O Brasil tem a maior carga tributária de todos", frisou Serra.
O pré-candidato do PSDB ainda lembrou que o país é o penúltimo colocado na realização de investimentos governamentais. "Só perdemos para o Turquemenistão. De uma lista de 135 países. Isso não questão de um partido ou do governo. É questão do país". O tucano ainda criticou o loteamento de cargos pelo governo federal e avaliou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma das principais bandeiras de campanha de Dilma, não foi suficiente para resolver os problemas de infraestrutura do país.
"Falta planejamento, qualidade de gestão e falta capacidade para fazer sequenciamento dos investimentos segundo a ordem de prioridade", observou Serra, depois de destacar que o comando das agências reguladoras estão divididos entre os partidos que compõem a base do governo.

O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, iniciou seu discurso na sabatina promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com críticas ao governo do presidente Lula e ironias à ex-ministra Dilma Rousseff, sua adversária na disputa presidencial de outubro.
O tucano reclamou dos juros altos, do crescimento da carga tributária e do nível baixo dos investimentos. Segundo Serra, o Brasil vive uma situação de desindustrialização, com a queda da participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) nacional. "A indústria já está com R$ 7 bilhões de deficit. E não me venham dizer que é porque a economia está crescendo muito."
Isso estaria ocorrendo, na opinião de Serra, por conta de distorções na política macroeconômica. "Não entendi a explicação da Dilma quando ela defende a política cambial e de juros. Sai governo e entra governo e continuamos campeões dos juros. Temos a maior taxa de juros do mundo e a maior carga tributária do mundo, entre todos os países emergentes, ou em desenvolvimento. O Brasil tem a maior carga tributária de todos", frisou Serra.
O pré-candidato do PSDB ainda lembrou que o país é o penúltimo colocado na realização de investimentos governamentais. "Só perdemos para o Turquemenistão. De uma lista de 135 países. Isso não questão de um partido ou do governo. É questão do país". O tucano ainda criticou o loteamento de cargos pelo governo federal e avaliou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma das principais bandeiras de campanha de Dilma, não foi suficiente para resolver os problemas de infraestrutura do país.
"Falta planejamento, qualidade de gestão e falta capacidade para fazer sequenciamento dos investimentos segundo a ordem de prioridade", observou Serra, depois de destacar que o comando das agências reguladoras estão divididos entre os partidos que compõem a base do governo.


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