Empresarial
Redação do Gterra, 12/03/2010 às 08h01minVendas fraca faz camelôs abandonarem box
O Calçadão Popular tem capacidade para receber 552 camelôs, mas, atualmente, apenas 250 desses estão usufruindo do local
Edição Gterra
Os camelôs do Calçadão Popular de Teresina estão insatisfeitos com as poucas vendas desde a inauguração do novo espaço de comercialização da capital. Muitos deles estão abandonando seus boxes e alegam não terem condições de pagar a taxa de funcionamento cobrado pela prefeitura municipal.
Segundo eles, faltou uma melhor divulgação do local. "Esta área é muito escondida. Só priorizaram a divulgação do Shopping da Cidade e esqueceram os comerciantes do calçadão", disse a tesoureira da Associação dos Micro Empreendedores Informais de Teresina- Asmetet, Iris Amorim. "Eles dizem que não têm dinheiro para investir no Calçadão Popular e por isso estamos aqui, a míngua".
Iris informa ainda que o índice de camelôs inadimplentes é alto e a situação irá se agravar se as medidas emergen-ciais não forem tomadas para reverter o clima de desânimo dos comerciantes. "Desde a inauguração do espaço estamos lutando para que os ônibus coletivos de Teresina passem a circular pela rua Paissandu para que as pessoas tenham como visualizar melhor a calçadão. Toda reunião que temos com os representantes do município são só promessas e as pessoas estão esvaziando os pontos de comercialização", frisou a tesoureira da Asmetet.
Ela diz que muitos camelôs não têm como ir ao Calçadão por não conseguirem vender suas mercadorias. "Os comerciantes não conseguem o dinheiro nem para pagar o transporte coletivo e vir trabalhar, muito menos conseguem o dinheiro para pagar a taxa cobrada pela prefeitura, que é de R$ 64. Com isso, tem muita gente desistindo e já estão entregando os boxes. Eles preferem fazer feiras em cidades do interior do Estado.", comentou.
O Calçadão Popular tem capacidade para receber 552 camelôs, mas, atualmente, apenas 250 desses estão usufruindo do local. De acordo a tesoureira Iris Amorim, da Asmetet, existem boxes destinados para os camelôs do Pólo de Saúde, porém, eles vêm resistindo a idéia. "Quem é que quer sair de um local com venda razoável para um lugar que não oferece possibilidade de venda?", indagou.

Os camelôs do Calçadão Popular de Teresina estão insatisfeitos com as poucas vendas desde a inauguração do novo espaço de comercialização da capital. Muitos deles estão abandonando seus boxes e alegam não terem condições de pagar a taxa de funcionamento cobrado pela prefeitura municipal.
Segundo eles, faltou uma melhor divulgação do local. "Esta área é muito escondida. Só priorizaram a divulgação do Shopping da Cidade e esqueceram os comerciantes do calçadão", disse a tesoureira da Associação dos Micro Empreendedores Informais de Teresina- Asmetet, Iris Amorim. "Eles dizem que não têm dinheiro para investir no Calçadão Popular e por isso estamos aqui, a míngua".
Iris informa ainda que o índice de camelôs inadimplentes é alto e a situação irá se agravar se as medidas emergen-ciais não forem tomadas para reverter o clima de desânimo dos comerciantes. "Desde a inauguração do espaço estamos lutando para que os ônibus coletivos de Teresina passem a circular pela rua Paissandu para que as pessoas tenham como visualizar melhor a calçadão. Toda reunião que temos com os representantes do município são só promessas e as pessoas estão esvaziando os pontos de comercialização", frisou a tesoureira da Asmetet.
Ela diz que muitos camelôs não têm como ir ao Calçadão por não conseguirem vender suas mercadorias. "Os comerciantes não conseguem o dinheiro nem para pagar o transporte coletivo e vir trabalhar, muito menos conseguem o dinheiro para pagar a taxa cobrada pela prefeitura, que é de R$ 64. Com isso, tem muita gente desistindo e já estão entregando os boxes. Eles preferem fazer feiras em cidades do interior do Estado.", comentou.
O Calçadão Popular tem capacidade para receber 552 camelôs, mas, atualmente, apenas 250 desses estão usufruindo do local. De acordo a tesoureira Iris Amorim, da Asmetet, existem boxes destinados para os camelôs do Pólo de Saúde, porém, eles vêm resistindo a idéia. "Quem é que quer sair de um local com venda razoável para um lugar que não oferece possibilidade de venda?", indagou.

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