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Redação do Gterra, 22/10/2008 às 06h17minAgricultores aderem aos Bancos de ProteÃna
Esse projeto conta com o apoio do Emater, prefeituras e sindicatos dos trabalhadores rurais.
A Coordenadoria de Convivência com o Semi-árido (Casa do Semi-árido), no período de 22 a 24 de outubro, enviará ao município de Paulistana, na Comunidade Gentil, uma equipe composta por um engenheiro agrônomo e um técnico agrícola, que realizarão uma oficina para produção de mudas de Leucena.
Essa atividade faz parte do Projeto Bancos de Proteínas, que tem como um dos objetivos garantir a alimentação animal no período seco na região do Semi-árido piauiense. Esse projeto propõe superar as dificuldades que pequenos criadores da região enfrentam no período seco, o que resulta na escassez de alimentos, gerando a perda acentuada de peso nos animais.
A oficina em Paulistana será ministrada pelo engenheiro agrônomo Orleans Carneiro e o técnico agrônomo Denílson Pires, ambos da Casa do Semi-árido. A equipe esteve recentemente no município de Guaribas, Comunidade Lagoinha, onde realizou a mesma oficina.
Segundo Orleans Carneiro, as oficinas servem para capacitar os criadores de caprinos e ovinos sobre os métodos e processos na formação de reservas estratégicas de alimentação para os animais no período de estiagem, através da fenação e da ensilagem. "Nesse primeiro momento serão produzidas mudas de Leucena para o transplantio no período invernoso. O cultivo dessas forragens juntamente com as nativas possibilitará o estoque de alimentos no período seco", afirma.
O projeto já existe na região de São Raimundo Nonato, onde 10 famílias da comunidade Emas são beneficiadas. A Casa do Semi-árido está criando mais 20 bancos de proteínas em Guaribas e Paulistana, sendo 10 em cada um desses municípios. O recurso para essa ação é de cerca de R$ 60 mil, financiados pelo Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop). Esse projeto conta com o apoio do Emater, prefeituras e sindicatos dos trabalhadores rurais.

Essa atividade faz parte do Projeto Bancos de Proteínas, que tem como um dos objetivos garantir a alimentação animal no período seco na região do Semi-árido piauiense. Esse projeto propõe superar as dificuldades que pequenos criadores da região enfrentam no período seco, o que resulta na escassez de alimentos, gerando a perda acentuada de peso nos animais.
A oficina em Paulistana será ministrada pelo engenheiro agrônomo Orleans Carneiro e o técnico agrônomo Denílson Pires, ambos da Casa do Semi-árido. A equipe esteve recentemente no município de Guaribas, Comunidade Lagoinha, onde realizou a mesma oficina.
Segundo Orleans Carneiro, as oficinas servem para capacitar os criadores de caprinos e ovinos sobre os métodos e processos na formação de reservas estratégicas de alimentação para os animais no período de estiagem, através da fenação e da ensilagem. "Nesse primeiro momento serão produzidas mudas de Leucena para o transplantio no período invernoso. O cultivo dessas forragens juntamente com as nativas possibilitará o estoque de alimentos no período seco", afirma.
O projeto já existe na região de São Raimundo Nonato, onde 10 famílias da comunidade Emas são beneficiadas. A Casa do Semi-árido está criando mais 20 bancos de proteínas em Guaribas e Paulistana, sendo 10 em cada um desses municípios. O recurso para essa ação é de cerca de R$ 60 mil, financiados pelo Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop). Esse projeto conta com o apoio do Emater, prefeituras e sindicatos dos trabalhadores rurais.


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