Geral
Redação do Gterra, 18/03/2010 às 07h52minEscuridão nas praças do Centro afasta os visitantes
A população fica com medo dos marginais
Edição Gterra
juliana nogueira
A escuridão na praça Pedro II, no Centro de Teresina, afasta os freqüentadores e faz com que donos de bares fechem as portas mais cedo. A praça faz parte do complexo cultural formado pelo Theatro 4 de Setembro, Clube dos Diários e Central de Artesanato, e sedia vários eventos.
O vandalismo é apontado como o principal responsável pela falta de iluminação, já que, de acordo com a prefeitura, até 12 lâmpadas são repostas semanalmente. Os comerciantes dizem que há oito meses só parte da praça fica iluminada e que o problema nunca é solucionado.
"Houve um curto-circuito há oito meses e, até então, não conseguiram resolver o problema. Só a parte mais alta da praça está iluminada", disse Wilane de Sousa, dono de um bar localizado nas proximidades da praça Pedro II.
Ele diz que a escuridão afasta a freguesia. O comerciante reconhece a ação dos vândalos e diz que já denunciou o caso à polícia. Para tentar amenizar o prejuízo, ele decidiu instalar uma lâmpada na frente do seu estabelecimento.
Dono de uma lanchonete que fica no entorno da praça, Edson de Moura, diz que é preciso fechar as portas mais cedo, por volta das 23 horas.
Ele trabalha a mais de 14 anos no local e diz já ter presenciado a ação de vândalos e usuários de droga, que quebram lâmpadas e postes. Os comerciantes dizem que alguns depredam a iluminação só por maldade, enquanto outros tiram a fiação elétrica para vender.
O chefe de iluminação pública da cidade, Marcos Almeida, confirma a informação e diz que 90% da fiação existente na praça foi roubada.
"Temos que repor essa fiação e instalar novos canos, por onde passarão os fios.
Na praça Pedro II as luminárias são baixas, o que facilita a ação dos bandidos.
Trocamos a lâmpada num dia e no outro já não está mais lá ", disse. Ele diz que são realizadas nas praças manutenções preventivas e corretivas com freqüência.
"Um dia desses derrubaram um poste da praça Pedro II", conta. Outra praça que também está às escuras é a Da Costa e Silva, conhecida como praça da Cepisa, que acaba dando abrigo aos usuários de droga que circulam pela região. Marcos Almeida diz que está previsto um projeto para reforma da praça e que a restauração na parte elétrica depende disso.
"Na praça Da Costa e Silva há seis postes, cada um com quatro lâmpadas, mas só a metade possui lâmpadas funcionando. Há 30 dias fizemos uma recuperação lá", disse. Cada lâmpada reposta nessa praça custa em torno de R$ 500 aos cofres públicos.
Além da falta de iluminação, outros problemas atingem as praças do Centro de Teresina. Na praça Saraiva, por exemplo, parte das grades caíram e nunca foram repostas.
O local se transformou numa área de estacionamento privativo. A reportagem entrou em contato com a SDU (Superintendência de Desenvolvimento Urbano) Centro/Norte, mas não obteve resposta em relação à praça Saraiva.

juliana nogueira
A escuridão na praça Pedro II, no Centro de Teresina, afasta os freqüentadores e faz com que donos de bares fechem as portas mais cedo. A praça faz parte do complexo cultural formado pelo Theatro 4 de Setembro, Clube dos Diários e Central de Artesanato, e sedia vários eventos.
O vandalismo é apontado como o principal responsável pela falta de iluminação, já que, de acordo com a prefeitura, até 12 lâmpadas são repostas semanalmente. Os comerciantes dizem que há oito meses só parte da praça fica iluminada e que o problema nunca é solucionado.
"Houve um curto-circuito há oito meses e, até então, não conseguiram resolver o problema. Só a parte mais alta da praça está iluminada", disse Wilane de Sousa, dono de um bar localizado nas proximidades da praça Pedro II.
Ele diz que a escuridão afasta a freguesia. O comerciante reconhece a ação dos vândalos e diz que já denunciou o caso à polícia. Para tentar amenizar o prejuízo, ele decidiu instalar uma lâmpada na frente do seu estabelecimento.
Dono de uma lanchonete que fica no entorno da praça, Edson de Moura, diz que é preciso fechar as portas mais cedo, por volta das 23 horas.
Ele trabalha a mais de 14 anos no local e diz já ter presenciado a ação de vândalos e usuários de droga, que quebram lâmpadas e postes. Os comerciantes dizem que alguns depredam a iluminação só por maldade, enquanto outros tiram a fiação elétrica para vender.
O chefe de iluminação pública da cidade, Marcos Almeida, confirma a informação e diz que 90% da fiação existente na praça foi roubada.
"Temos que repor essa fiação e instalar novos canos, por onde passarão os fios.
Na praça Pedro II as luminárias são baixas, o que facilita a ação dos bandidos.
Trocamos a lâmpada num dia e no outro já não está mais lá ", disse. Ele diz que são realizadas nas praças manutenções preventivas e corretivas com freqüência.
"Um dia desses derrubaram um poste da praça Pedro II", conta. Outra praça que também está às escuras é a Da Costa e Silva, conhecida como praça da Cepisa, que acaba dando abrigo aos usuários de droga que circulam pela região. Marcos Almeida diz que está previsto um projeto para reforma da praça e que a restauração na parte elétrica depende disso.
"Na praça Da Costa e Silva há seis postes, cada um com quatro lâmpadas, mas só a metade possui lâmpadas funcionando. Há 30 dias fizemos uma recuperação lá", disse. Cada lâmpada reposta nessa praça custa em torno de R$ 500 aos cofres públicos.
Além da falta de iluminação, outros problemas atingem as praças do Centro de Teresina. Na praça Saraiva, por exemplo, parte das grades caíram e nunca foram repostas.
O local se transformou numa área de estacionamento privativo. A reportagem entrou em contato com a SDU (Superintendência de Desenvolvimento Urbano) Centro/Norte, mas não obteve resposta em relação à praça Saraiva.


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