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Redação do Gterra, 08/09/2011 às 10h43minEstudantes agora querem o passe livre
Eles protestaram ontem na Av. Marechal
Edição Gterra
Milhares de pessoas prestigiaram ontem o desfile comemorativo dos 189 anos da Independência do Brasil, na avenida Marechal Castelo Branco, zona Norte de Teresina. Desfilaram oito mil pessoas, entre homens da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Exército, patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal e estudantes.
Paralelo ao desfile, aconteceu também o "Grito dos Excluídos". Para protestar, uma professora ficou nua na avenida.
Paralelo ao desfile do 7 de Setembro aconteceu também a tradicional manifestação "Grito dos Excluídos" que neste ano ganhou mais força e visibilidade com o "Grito dos Indignados", movimento organizado pela Aliança Nacional dos Estudantes Livre (Anel), que na semana passada promoveu uma série de manifestações contra o aumento da tarifa do transporte coletivo de Teresina. O 1º Grito dos Indignados foi organizado através das redes sociais Twitter e Facebook.
O Grito dos Excluídos é caracterizado por denunciar problemas sociais e este ano se somou ao movimento dos estudantes que deram início a uma mobilização para conseguir 26 mil assinaturas para criar uma lei de iniciativa popular que trata do passe livre para estudantes, desempregados e aposentados.
De acordo com a estudante Lorena Vidal a gratuidade para estudantes já é praticada em 102 cidades do Brasil e não tem causado prejuízo ao sistema. "No Rio de Janeiro os estudantes se mobilizaram e conseguiram e aqui nós queremos chamar a atenção não só dos estudantes, mas de toda a sociedade. É possível sim que o passe livre seja concedido aos estudantes", destacou.
Representando o Fórum Estadual em Defesa do Transporte Público, Gisvaldo Oliveira, disse que o movimento realizado ontem paralelo ao desfilo do 7 de Setembro, foi uma forma de manter a chama acessa, já que ele considera como uma vitória parcial o decreto assinado pelo prefeito Elmano Ferrer no qual retoma o valor de R$1,90 na passagem de ônibus.
"Nós queremos a revogação efetiva do valor da passagem de ônibus.
Enquanto a auditoria é feita nós vamos continuar vigilantes e promovendo um amplo debate com os estudantes e a sociedade de um modo geral. Estamos em diálogo com o Ministério Público Estadual e com a OAB", disse Gisvaldo, que também defende a criação da Companhia Municipal de Transporte que permitiria que a capital tivesse uma frota própria com tarifa social.

Milhares de pessoas prestigiaram ontem o desfile comemorativo dos 189 anos da Independência do Brasil, na avenida Marechal Castelo Branco, zona Norte de Teresina. Desfilaram oito mil pessoas, entre homens da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Exército, patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal e estudantes.
Paralelo ao desfile, aconteceu também o "Grito dos Excluídos". Para protestar, uma professora ficou nua na avenida.
Paralelo ao desfile do 7 de Setembro aconteceu também a tradicional manifestação "Grito dos Excluídos" que neste ano ganhou mais força e visibilidade com o "Grito dos Indignados", movimento organizado pela Aliança Nacional dos Estudantes Livre (Anel), que na semana passada promoveu uma série de manifestações contra o aumento da tarifa do transporte coletivo de Teresina. O 1º Grito dos Indignados foi organizado através das redes sociais Twitter e Facebook.
O Grito dos Excluídos é caracterizado por denunciar problemas sociais e este ano se somou ao movimento dos estudantes que deram início a uma mobilização para conseguir 26 mil assinaturas para criar uma lei de iniciativa popular que trata do passe livre para estudantes, desempregados e aposentados.
De acordo com a estudante Lorena Vidal a gratuidade para estudantes já é praticada em 102 cidades do Brasil e não tem causado prejuízo ao sistema. "No Rio de Janeiro os estudantes se mobilizaram e conseguiram e aqui nós queremos chamar a atenção não só dos estudantes, mas de toda a sociedade. É possível sim que o passe livre seja concedido aos estudantes", destacou.
Representando o Fórum Estadual em Defesa do Transporte Público, Gisvaldo Oliveira, disse que o movimento realizado ontem paralelo ao desfilo do 7 de Setembro, foi uma forma de manter a chama acessa, já que ele considera como uma vitória parcial o decreto assinado pelo prefeito Elmano Ferrer no qual retoma o valor de R$1,90 na passagem de ônibus.
"Nós queremos a revogação efetiva do valor da passagem de ônibus.
Enquanto a auditoria é feita nós vamos continuar vigilantes e promovendo um amplo debate com os estudantes e a sociedade de um modo geral. Estamos em diálogo com o Ministério Público Estadual e com a OAB", disse Gisvaldo, que também defende a criação da Companhia Municipal de Transporte que permitiria que a capital tivesse uma frota própria com tarifa social.

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