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Redação do Gterra, 24/09/2011 às 09h44minEstudantes realizaram nova manifestação
O protesto esta marcado para o próximo dia 30
Edição Gterra
Independente da prorrogação do resultado da auditoria realizada nas empresas de ônibus de Teresina, os estudantes já estão se organizando e voltam às ruas na próxima sexta-feira, dia 30.
Segundo os organizadores, cerca de mil pessoas já confirmaram presença na mobilização, que também deve reunir trabalhadores dos Correios e servidores públicos municipais. O ato acontece no cruzamento entre a avenida Frei Serafim e a rua Coelho de Resende, ponto de partida da série de protestos que aconteceram no final do mês passado e que culminou com a suspensão temporária do decreto que reajustava a tarifa para R$ 2,10.
"Vamos voltar às ruas para reafirmar nossa posição contra o aumento da passagem de ônibus. Não sabemos ainda se a auditoria será prorrogada. Até o momento, não temos nenhuma garantia e defendemos a revogação do decreto. Se a passagem voltar a subir, vamos voltar às ruas para protestar", garantiu o coordenador do Fórum Estadual em Defesa do Transporte Público, Gisvaldo Oliveira. Ele reafirma que o valor cobrado atualmente - de R$ 1,90 - já é elevado, principalmente se for analisada a realidade socioeco-nômica da população local.
"Dados da Fundação Cepro revelam que 40% da população vive com um salário mínimo e costumam gastar o equivalente a 30% da sua renda com transporte público. O valor da tarifa contrasta com a realidade local", diz. Segundo ele, a auditoria não vai conseguir fazer um "raio x" completo do transporte público da capital. "Está sendo feita auditoria na planilha. Nós acreditamos que a auditoria deve passar pelas 13 empresas verificando, inclusive, os números registrados nas catracas de cada ônibus. Só assim é possível ter uma ideia clara da realidade", defende.
Os protestos realizados pelos estudantes duraram uma semana e só acabaram depois que o prefeito Elmano Férrer anunciou a suspensão temporária do decreto. Durante os protestos, os estudantes fecharam as principais vias de cidade e muitos ônibus foram depredados. A mobilização ganhou força e foi destaque na mídia nacional. No último dia dos protestos, os estudantes foram à Câmara Municipal pedir uma resposta dos vereadores. Eles defendem a manutenção da passagem no valor de R$ 1,90.

Independente da prorrogação do resultado da auditoria realizada nas empresas de ônibus de Teresina, os estudantes já estão se organizando e voltam às ruas na próxima sexta-feira, dia 30.
Segundo os organizadores, cerca de mil pessoas já confirmaram presença na mobilização, que também deve reunir trabalhadores dos Correios e servidores públicos municipais. O ato acontece no cruzamento entre a avenida Frei Serafim e a rua Coelho de Resende, ponto de partida da série de protestos que aconteceram no final do mês passado e que culminou com a suspensão temporária do decreto que reajustava a tarifa para R$ 2,10.
"Vamos voltar às ruas para reafirmar nossa posição contra o aumento da passagem de ônibus. Não sabemos ainda se a auditoria será prorrogada. Até o momento, não temos nenhuma garantia e defendemos a revogação do decreto. Se a passagem voltar a subir, vamos voltar às ruas para protestar", garantiu o coordenador do Fórum Estadual em Defesa do Transporte Público, Gisvaldo Oliveira. Ele reafirma que o valor cobrado atualmente - de R$ 1,90 - já é elevado, principalmente se for analisada a realidade socioeco-nômica da população local.
"Dados da Fundação Cepro revelam que 40% da população vive com um salário mínimo e costumam gastar o equivalente a 30% da sua renda com transporte público. O valor da tarifa contrasta com a realidade local", diz. Segundo ele, a auditoria não vai conseguir fazer um "raio x" completo do transporte público da capital. "Está sendo feita auditoria na planilha. Nós acreditamos que a auditoria deve passar pelas 13 empresas verificando, inclusive, os números registrados nas catracas de cada ônibus. Só assim é possível ter uma ideia clara da realidade", defende.
Os protestos realizados pelos estudantes duraram uma semana e só acabaram depois que o prefeito Elmano Férrer anunciou a suspensão temporária do decreto. Durante os protestos, os estudantes fecharam as principais vias de cidade e muitos ônibus foram depredados. A mobilização ganhou força e foi destaque na mídia nacional. No último dia dos protestos, os estudantes foram à Câmara Municipal pedir uma resposta dos vereadores. Eles defendem a manutenção da passagem no valor de R$ 1,90.


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