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Redação do Gterra, 02/09/2011 às 11h21minEstudantes tomam conta da Frei Serafim e paralizam o transito
Eles agora querem o apoio da Câmara Municipal e só aceitam negociar se as tarifas forem reduzidas já
Edição Gterra
Ainda sem acordo, os estudantes que se mobilizam com o protesto contraoaumento entram no quinto dia, nesta sexta-feira (02/09) e iniciaram, às 10h, parando o trecho da avenida Frei Serafim no sentido Centro-Zona Leste. Eles se reúnem novamente para somarem mais de duas mil pessoas protestando contra o aumento no preço da passagem de ônibus, que passou de R$ 1,90 para R$ 2,10.
Um grupo de estudantes também se dirige à Câmara dos Vereadores de Teresina e tenta uma negociação com o prefeito Elmano Ferrer através dos parlamentares. A proposta dos manifestantes é uma só: imediata redução no preço. Mas a contra-proposta da Prefeitura é outra: que eles parem de fazer a manifestação e esperem que uma auditoria seja feita em um período de 60 dias para saber se baixam ou não o preço da passagem.
Enquanto isso não se resolve, quem perde é a população, que fica sem transporte público coletivo. O Sindicato dos Tranportes Urbanos (Setut) foi quem solicitou este aumento e está irredutível quanto ao preço. Sem perceber o tamanho da polêmica, o Setut quer é aumentar ainda mais o preço da passagem, subindo para R$ 2,20. Causou apenas maior reação dos estudantes, que alegam que a depredação de ônibus, sendo que alguns foram totalmente queimados, são "casos isolados".

Ainda sem acordo, os estudantes que se mobilizam com o protesto contraoaumento entram no quinto dia, nesta sexta-feira (02/09) e iniciaram, às 10h, parando o trecho da avenida Frei Serafim no sentido Centro-Zona Leste. Eles se reúnem novamente para somarem mais de duas mil pessoas protestando contra o aumento no preço da passagem de ônibus, que passou de R$ 1,90 para R$ 2,10.
Um grupo de estudantes também se dirige à Câmara dos Vereadores de Teresina e tenta uma negociação com o prefeito Elmano Ferrer através dos parlamentares. A proposta dos manifestantes é uma só: imediata redução no preço. Mas a contra-proposta da Prefeitura é outra: que eles parem de fazer a manifestação e esperem que uma auditoria seja feita em um período de 60 dias para saber se baixam ou não o preço da passagem.
Enquanto isso não se resolve, quem perde é a população, que fica sem transporte público coletivo. O Sindicato dos Tranportes Urbanos (Setut) foi quem solicitou este aumento e está irredutível quanto ao preço. Sem perceber o tamanho da polêmica, o Setut quer é aumentar ainda mais o preço da passagem, subindo para R$ 2,20. Causou apenas maior reação dos estudantes, que alegam que a depredação de ônibus, sendo que alguns foram totalmente queimados, são "casos isolados".

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