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Redação do Gterra, 19/02/2010 às 20h26minItaliano pode escolher o Piauà para produzir grãos
De acordo com ele, nos próximos quatro meses deve providenciar a documentação necessária para a aquisição da terra, que deve ficar em torno de 5 mil hectares.
Edição: Gterra
A convite de Hideraldo Dotto, presidente da Coopercerrado – Cooperativa Agroindustrial dos Cerrados Piauienses, o italiano Vincenzino Rota, que é vice-presidente da União Provinciale Agricultura (uma espécie de Federação da Agricultura de Roma) visitou no início desta semana municípios da região dos cerrados piauienses, além do município de Balsas/MA. “Mostramos a ele também o projeto de agroindustrialização de grãos da Coopercerrado e a oportunidade de investimento na região dos cerrados piauienses”, disse Hideraldo.
De passagem desde ontem (17) por Teresina, o italiano disse que está interessado em adquirir terras nesta região. Ele, que produz cerca de 5 mil hectares de trigo, girassol, oliva, colza, alfafa e uva numa região próxima à Roma disse que os europeus estão atrás de áreas em países como o Brasil, Austrália, Argentina, USA e Canadá. “O presidente Lula tem uma boa imagem internacional. Nesse sentido, o Brasil é hoje um país estável, seguro, que tem o controle da inflação e não tem conflitos sociais. O mais importante para o investidor é que a terra tenha liquidez”, analisa Rota.
De acordo com ele, nos próximos quatro meses deve providenciar a documentação necessária para a aquisição da terra, que deve ficar em torno de 5 mil hectares. Ele elogiou a iniciativa do Governo do Piauí que, diferentemente do percentual da União que é de 20%, estabeleceu o percentual de até 35% para reserva legal
Ele elogiou a proposta da Coopercerrado de busca fugir do mercado de commodities (que estabelece preços nos grandes mercados, preferindo a transformação dos grãos em bens de consumo), o pioneirismo dos associados na região dos cerrados piauienses e afirmou que a proposta tem como base a seriedade técnica e moral dos seus associados. “O italiano é muito individualista. Só atua em grupo quando é preciso e em questões de reivindicações políticas ou econômicas”, disse Rota.
Ele disse ainda que na Itália a agricultura é subsidiada pelo governo. Segundo ele, sem está ajuda, a agricultura tem um baixo retorno naquele país. Ele explica que um hectare de terra boa, devido a saturação de investimentos, chega a custar cerca de R$ 250 mil, sendo tratada como um patrimônio. O custo de produção chega a cerca de R$ 2 mil para uma produção de cerca de 5 mil/kg por hectare. “O Brasil é o país que mais crescerá no mundo nos próximos anos”, avalia Rota.

A convite de Hideraldo Dotto, presidente da Coopercerrado – Cooperativa Agroindustrial dos Cerrados Piauienses, o italiano Vincenzino Rota, que é vice-presidente da União Provinciale Agricultura (uma espécie de Federação da Agricultura de Roma) visitou no início desta semana municípios da região dos cerrados piauienses, além do município de Balsas/MA. “Mostramos a ele também o projeto de agroindustrialização de grãos da Coopercerrado e a oportunidade de investimento na região dos cerrados piauienses”, disse Hideraldo.
De passagem desde ontem (17) por Teresina, o italiano disse que está interessado em adquirir terras nesta região. Ele, que produz cerca de 5 mil hectares de trigo, girassol, oliva, colza, alfafa e uva numa região próxima à Roma disse que os europeus estão atrás de áreas em países como o Brasil, Austrália, Argentina, USA e Canadá. “O presidente Lula tem uma boa imagem internacional. Nesse sentido, o Brasil é hoje um país estável, seguro, que tem o controle da inflação e não tem conflitos sociais. O mais importante para o investidor é que a terra tenha liquidez”, analisa Rota.
De acordo com ele, nos próximos quatro meses deve providenciar a documentação necessária para a aquisição da terra, que deve ficar em torno de 5 mil hectares. Ele elogiou a iniciativa do Governo do Piauí que, diferentemente do percentual da União que é de 20%, estabeleceu o percentual de até 35% para reserva legal
Ele elogiou a proposta da Coopercerrado de busca fugir do mercado de commodities (que estabelece preços nos grandes mercados, preferindo a transformação dos grãos em bens de consumo), o pioneirismo dos associados na região dos cerrados piauienses e afirmou que a proposta tem como base a seriedade técnica e moral dos seus associados. “O italiano é muito individualista. Só atua em grupo quando é preciso e em questões de reivindicações políticas ou econômicas”, disse Rota.
Ele disse ainda que na Itália a agricultura é subsidiada pelo governo. Segundo ele, sem está ajuda, a agricultura tem um baixo retorno naquele país. Ele explica que um hectare de terra boa, devido a saturação de investimentos, chega a custar cerca de R$ 250 mil, sendo tratada como um patrimônio. O custo de produção chega a cerca de R$ 2 mil para uma produção de cerca de 5 mil/kg por hectare. “O Brasil é o país que mais crescerá no mundo nos próximos anos”, avalia Rota.

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