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Redação do Gterra, 06/02/2012 às 12h47minMoradores da Vermelha revoltados com a Agespisa
Ruas são abandonadas na zona Sul após obras
Edição Gterra
Os transtornos causados pelas obras da Agespisa no bairro Vermelha, zona Sul de Teresina, continuam até mesmo quando não há mais homens trabalhando. Há mais de seis meses, o trânsito da região ficou interrompido por vários dias por conta das máquinas que trabalhavam na renovação do sistema de abatecimento e esgotamento da região.
A principal reclamação dos moradores era a falta de bom senso das empresas, que abriam e fechavam os buracos várias vezes na semana e nunca completavam o serviço em uma área antes de partir para outra.
Agora, onde havia asfalto só sobrou problema, ruas esburacadas e muita reclamação por parte dos moradores que são obrigados a transitar na poeira, até mesmo dentro de casa, ou na lama cada vez que chove.
As principais ruas atingidas são Valdivino Tito, David Caldas, Bejamimm Bap-tista e Vladimir do Rego Abreu. A moradora Marta dos Santos, que reside na avenida Valdivino Tito reclama que a poeira na rua, que antes era calçada, tem causado problemas respiratórios no filho de quatro anos. "Eles abrem o buraco de três a quatro vezes e a poeira vai ficando. Além disso, falta água direto por aqui", reclama.
Há mais de dois meses, as obras foram encerradas na região, mas até o momento o asfaltamento das ruas atingidas não foi refeito e os buracos deixados provocam os mesmos problemas de quando as obras ainda estavam ocorrendo. A dona de casa Tere-sinha Viana disse que se chover novamente a situação da rua irá piorar. "Quando chegar o inverno vamos sofrer muito com a destruição do calçamento e das calçadas, e todo o serviço que já fizeram, vai tudo por água abaixo", reclama.
Os moradores também questionam a qualidade dos serviços por causa dos constantes vazamentos que aparecem e a falta de água que ocorre frequentemente. "O trabalho que fazem aqui é mal feito e em poucos dias se desfaz. Os canos começam a vazar e são obrigados a vir aqui fazer tudo de novo", aponta Teresinha. A dona de casa revela que os próprios moradores, cansados dos transtornos, estão arcando com os custos dos pequenos reparos para diminuir os vazamentos. "Alguns moradores daqui já estão mandando fazer o serviço por conta própria, cansados de esperar pela prefeitura e pela Agespisa", disse.
Outro problema que persiste na região são os constantes engarrafamentos. Para evitar os buracos das vias de acesso e problemas mecânicos nos carros, a única alternativa dos motoristas que trafegam pela zona Sul em direção ao Centro é enfrentar o trânsito nas avenidas Miguel Rosa e Barão de Gurguéia, que constantemente ficam intrafegáveis, principalmente nos horários de pico.
NO JÓQUEI - A Agespisa informa que vai suspender o fornecimento de água nesta terça-feira (7), no bairro Jóquei Clube, entre as avenidas Homero Castelo Branco, João XXIII, Raul Lopes e Universitária para continuar o trabalho de interligação da nova rede, onde foi substituída a tubulação antiga. Por conta do serviço, vai faltar água das sete da manhã às 22 horas nesses trechos citados.
No total, a Agespisa está substituindo 176,4 quilômetros de rede de distribuição, beneficiando várias áreas de Teresina, no valor de R$ 22,3 milhões de reais, com recursos do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento. Até agora, já foram substituídos 157 mil metros de rede.

Os transtornos causados pelas obras da Agespisa no bairro Vermelha, zona Sul de Teresina, continuam até mesmo quando não há mais homens trabalhando. Há mais de seis meses, o trânsito da região ficou interrompido por vários dias por conta das máquinas que trabalhavam na renovação do sistema de abatecimento e esgotamento da região.
A principal reclamação dos moradores era a falta de bom senso das empresas, que abriam e fechavam os buracos várias vezes na semana e nunca completavam o serviço em uma área antes de partir para outra.
Agora, onde havia asfalto só sobrou problema, ruas esburacadas e muita reclamação por parte dos moradores que são obrigados a transitar na poeira, até mesmo dentro de casa, ou na lama cada vez que chove.
As principais ruas atingidas são Valdivino Tito, David Caldas, Bejamimm Bap-tista e Vladimir do Rego Abreu. A moradora Marta dos Santos, que reside na avenida Valdivino Tito reclama que a poeira na rua, que antes era calçada, tem causado problemas respiratórios no filho de quatro anos. "Eles abrem o buraco de três a quatro vezes e a poeira vai ficando. Além disso, falta água direto por aqui", reclama.
Há mais de dois meses, as obras foram encerradas na região, mas até o momento o asfaltamento das ruas atingidas não foi refeito e os buracos deixados provocam os mesmos problemas de quando as obras ainda estavam ocorrendo. A dona de casa Tere-sinha Viana disse que se chover novamente a situação da rua irá piorar. "Quando chegar o inverno vamos sofrer muito com a destruição do calçamento e das calçadas, e todo o serviço que já fizeram, vai tudo por água abaixo", reclama.
Os moradores também questionam a qualidade dos serviços por causa dos constantes vazamentos que aparecem e a falta de água que ocorre frequentemente. "O trabalho que fazem aqui é mal feito e em poucos dias se desfaz. Os canos começam a vazar e são obrigados a vir aqui fazer tudo de novo", aponta Teresinha. A dona de casa revela que os próprios moradores, cansados dos transtornos, estão arcando com os custos dos pequenos reparos para diminuir os vazamentos. "Alguns moradores daqui já estão mandando fazer o serviço por conta própria, cansados de esperar pela prefeitura e pela Agespisa", disse.
Outro problema que persiste na região são os constantes engarrafamentos. Para evitar os buracos das vias de acesso e problemas mecânicos nos carros, a única alternativa dos motoristas que trafegam pela zona Sul em direção ao Centro é enfrentar o trânsito nas avenidas Miguel Rosa e Barão de Gurguéia, que constantemente ficam intrafegáveis, principalmente nos horários de pico.
NO JÓQUEI - A Agespisa informa que vai suspender o fornecimento de água nesta terça-feira (7), no bairro Jóquei Clube, entre as avenidas Homero Castelo Branco, João XXIII, Raul Lopes e Universitária para continuar o trabalho de interligação da nova rede, onde foi substituída a tubulação antiga. Por conta do serviço, vai faltar água das sete da manhã às 22 horas nesses trechos citados.
No total, a Agespisa está substituindo 176,4 quilômetros de rede de distribuição, beneficiando várias áreas de Teresina, no valor de R$ 22,3 milhões de reais, com recursos do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento. Até agora, já foram substituídos 157 mil metros de rede.


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