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Redação do Gterra, 01/10/2010 às 09h57minPMT E QUALIX garantem melhoria da limpeza para Teresina
Sobre as denúncias e cobranças dos vereadores, Wander Maia disse que a maioria tem fundamento, mas fez questão de lembrar que “a rede de esgoto sanitário é uma responsabilidade da Agespisa e apresenta deficiências e não se ouve nenhum manifestaÃ
Edição Gterra
O secretário-executivo da SDU/SUL e coordenador do Serviço de Limpeza Pública, Wander Maia, reconheceu no debate com os vereadores que a coleta do lixo domiciliar ainda não está completamente normalizada, mas já melhorou bastante.
Ele revelou que a prefeitura a princípio hesitou em manter o contrato com a Qualix por entender ela prestava um serviço deficiente e vivia uma crise financeira, com uma frota de veículos sucateados, mas esclareceu que a assessoria jurídica do prefeito argumentou que o contrato só poderia ser rompido em caso de falência da empresa.
Wander Maia disse que om fato de a empresa ter sido vendida para outro grupo que se propôs melhorar o seu desempenho na exploração do serviço de limpeza pública em Teresina fez com o prefeito desse um crédito de confiança aos novos gestores.
Segundo ele, é um equivoco imaginar que é responsabilidade da prefeitura fazer a coleta de entulhos (restos de material de construção, móveis inservíveis, troncos e galhos de árvores) jogados sobre as calçadas. “Isso é responsabilidade do proprietário do imóvel”, disse, acrescentando que muitas vezes a empresa faz esse serviço, mas não é sua obrigação.
“A coleta de entulho representa um aumento de cerca de 10% nas despesas e tem reflexo nas finanças municipais”, acentuou. O representante da PMT falou que o novo contrato assinado com a Qualix prevê a instalação, dentro de seis meses, de uma unidade de trituração de entulhos que serão transformados em insumos para o setor de construção civil. Falou também sobre o programa da reciclagem do lixo e da criação da cooperativa dos catadores que atuam hoje no aterro sanitário e a realização de campanhas de educação ambiental.
Sobre as denúncias e cobranças dos vereadores, Wander Maia disse que a maioria tem fundamento, mas fez questão de lembrar que “a rede de esgoto sanitário é uma responsabilidade da Agespisa e apresenta deficiências e não se ouve nenhum manifestação contra isso”.
DENÚNCIAS POLÍTICAS
O dono da Qualix, empresário Marcel Gelfi, negou que tenha perdido um contrato em Cuiabá e revelou que a sua empresa deixou de operar naquela cidade por falta de pagamento. “A prefeitura de Cuiabá nos deve mais de R$ 11 milhões”, enfatizou.
Sobre as deficiências na limpeza pública de Teresina explicou que tudo se deve à demora na licitação dos serviços, por conta da burocracia e dos recursos de empresas concorrentes.
“Passamos um ano com um contrato emergencial, prorrogado por mais seis meses e não podíamos renovar a frota sem saber se continuaríamos operando em Teresina”, argumentou, acrescentando que agora tudo já está sendo resolvido e que sua empresa vai transformar a capital piauiense num modelo de limpeza pública.
Em relação ao escândalo em que a Qualix estaria envolvida em Brasília, Marcel Gelfi disse que são notícias requentadas com o objetivo de prejudicar um ex-governador do DF, alcançado pela Lei da Ficha Limpa (referindo-se a Joaquim Roriz, que teve a candidatura impugnada).
“Essa denúncia é de 2005, quando a empresa estava com outro grupo, não temos nada a esconder e já nos colocamos á disposição da Polícia Federal e da Justiça para qualquer esclarecimento”, garante. Marcel Gielfi informou que comprou 10 caminhões compactadores da Ford e espera recebe-los dentro de 40 dias, além de já ter trazido de Brasília e Feira de Santana mais 7 veículos já incorporados à frota de Teresina.

O secretário-executivo da SDU/SUL e coordenador do Serviço de Limpeza Pública, Wander Maia, reconheceu no debate com os vereadores que a coleta do lixo domiciliar ainda não está completamente normalizada, mas já melhorou bastante.
Ele revelou que a prefeitura a princípio hesitou em manter o contrato com a Qualix por entender ela prestava um serviço deficiente e vivia uma crise financeira, com uma frota de veículos sucateados, mas esclareceu que a assessoria jurídica do prefeito argumentou que o contrato só poderia ser rompido em caso de falência da empresa.
Wander Maia disse que om fato de a empresa ter sido vendida para outro grupo que se propôs melhorar o seu desempenho na exploração do serviço de limpeza pública em Teresina fez com o prefeito desse um crédito de confiança aos novos gestores.
Segundo ele, é um equivoco imaginar que é responsabilidade da prefeitura fazer a coleta de entulhos (restos de material de construção, móveis inservíveis, troncos e galhos de árvores) jogados sobre as calçadas. “Isso é responsabilidade do proprietário do imóvel”, disse, acrescentando que muitas vezes a empresa faz esse serviço, mas não é sua obrigação.
“A coleta de entulho representa um aumento de cerca de 10% nas despesas e tem reflexo nas finanças municipais”, acentuou. O representante da PMT falou que o novo contrato assinado com a Qualix prevê a instalação, dentro de seis meses, de uma unidade de trituração de entulhos que serão transformados em insumos para o setor de construção civil. Falou também sobre o programa da reciclagem do lixo e da criação da cooperativa dos catadores que atuam hoje no aterro sanitário e a realização de campanhas de educação ambiental.
Sobre as denúncias e cobranças dos vereadores, Wander Maia disse que a maioria tem fundamento, mas fez questão de lembrar que “a rede de esgoto sanitário é uma responsabilidade da Agespisa e apresenta deficiências e não se ouve nenhum manifestação contra isso”.
DENÚNCIAS POLÍTICAS
O dono da Qualix, empresário Marcel Gelfi, negou que tenha perdido um contrato em Cuiabá e revelou que a sua empresa deixou de operar naquela cidade por falta de pagamento. “A prefeitura de Cuiabá nos deve mais de R$ 11 milhões”, enfatizou.
Sobre as deficiências na limpeza pública de Teresina explicou que tudo se deve à demora na licitação dos serviços, por conta da burocracia e dos recursos de empresas concorrentes.
“Passamos um ano com um contrato emergencial, prorrogado por mais seis meses e não podíamos renovar a frota sem saber se continuaríamos operando em Teresina”, argumentou, acrescentando que agora tudo já está sendo resolvido e que sua empresa vai transformar a capital piauiense num modelo de limpeza pública.
Em relação ao escândalo em que a Qualix estaria envolvida em Brasília, Marcel Gelfi disse que são notícias requentadas com o objetivo de prejudicar um ex-governador do DF, alcançado pela Lei da Ficha Limpa (referindo-se a Joaquim Roriz, que teve a candidatura impugnada).
“Essa denúncia é de 2005, quando a empresa estava com outro grupo, não temos nada a esconder e já nos colocamos á disposição da Polícia Federal e da Justiça para qualquer esclarecimento”, garante. Marcel Gielfi informou que comprou 10 caminhões compactadores da Ford e espera recebe-los dentro de 40 dias, além de já ter trazido de Brasília e Feira de Santana mais 7 veículos já incorporados à frota de Teresina.

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