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Redação do Gterra, 23/06/2010 às 08h04minPrefeitura mura terrenos da ponte estaiada
Depois da ameaça de invasão, a prefeitura decidiu cercar os terrenos que restaram na avenida Dom Severino, após a desapropriação dos imóveis do lado Leste da ponte Estaiada.
Edição Gterra
A área remanescente é de 2.800 metros quadrados. Pelo menos uma praça será construída em parte dessa área, além de um centro comercial para venda de produtos confeccionados nos Centros de Produção de Teresina. Outra possibilidade é vender parte dessa área para quem é vizinho dos terrenos.
"Os muros estão sendo erguidos nos terrenos para preservar o patrimônio público. As áreas maiores serão urbaniza-das, enquanto as menores serão oferecidas aos mutuários que tiverem interesse", afirmou o superintendente executivo da SDU (Superintendência de Desenvolvimento Urbano) Leste, Weldon Alves.
Ele diz que a "sobra" dos terrenos já era prevista pela prefeitura, antes mesmo da conclusão dos acessos à nova ponte. No caso das áreas que podem ser vendidas, o superintendente diz que a prefeitura vai cobrar o mesmo valor do metro quadrado pago aos donos de imóveis indenizados. Este valor está orçado em R$ 150 (o metro quadrado).
O superintendente acredita que a venda das áreas remanescentes seja mais rentável para a prefeitura, que deverá apurar o dobro do valor que seria gasto na construção de praças.
"Temos exemplos de praças construídas em terrenos remanescentes, como a existente próximo ao viaduto da rua David Caldas, que não são muito utilizadas. A prefeitura vai avaliar a situação e ver o que será mais viável", disse.
Com a construção das praças está previsto um gasto no valor de R$ 100 mil, enquanto a venda dos terrenos pode valer até R$ 200 mil. Esse valor poderia ser investido na melhoria do trânsito em outros pontos da cidade.
A praça que será construída na área compreendida entre a avenida Dom Severino e rua Rio Poti deve custar R$ 23 mil. "Estamos fechando o orçamento para abrir a licitação", completou Weldon. Os terrenos começaram a ser murados na semana passada, pelas equipes da SDU Centro/Norte, responsável pela gestão da ponte.
O engenheiro Augusto Basílio, que participou de todas as etapas de construção da nova ponte, afirmou que do lado Leste a previsão era desapropriar 26 imóveis, mas ainda faltam três.
Segundo ele, o centro comercial será cons-truído na área compreendida entre a avenida Dom Severino e a rua Monsenhor Gil.

A área remanescente é de 2.800 metros quadrados. Pelo menos uma praça será construída em parte dessa área, além de um centro comercial para venda de produtos confeccionados nos Centros de Produção de Teresina. Outra possibilidade é vender parte dessa área para quem é vizinho dos terrenos.
"Os muros estão sendo erguidos nos terrenos para preservar o patrimônio público. As áreas maiores serão urbaniza-das, enquanto as menores serão oferecidas aos mutuários que tiverem interesse", afirmou o superintendente executivo da SDU (Superintendência de Desenvolvimento Urbano) Leste, Weldon Alves.
Ele diz que a "sobra" dos terrenos já era prevista pela prefeitura, antes mesmo da conclusão dos acessos à nova ponte. No caso das áreas que podem ser vendidas, o superintendente diz que a prefeitura vai cobrar o mesmo valor do metro quadrado pago aos donos de imóveis indenizados. Este valor está orçado em R$ 150 (o metro quadrado).
O superintendente acredita que a venda das áreas remanescentes seja mais rentável para a prefeitura, que deverá apurar o dobro do valor que seria gasto na construção de praças.
"Temos exemplos de praças construídas em terrenos remanescentes, como a existente próximo ao viaduto da rua David Caldas, que não são muito utilizadas. A prefeitura vai avaliar a situação e ver o que será mais viável", disse.
Com a construção das praças está previsto um gasto no valor de R$ 100 mil, enquanto a venda dos terrenos pode valer até R$ 200 mil. Esse valor poderia ser investido na melhoria do trânsito em outros pontos da cidade.
A praça que será construída na área compreendida entre a avenida Dom Severino e rua Rio Poti deve custar R$ 23 mil. "Estamos fechando o orçamento para abrir a licitação", completou Weldon. Os terrenos começaram a ser murados na semana passada, pelas equipes da SDU Centro/Norte, responsável pela gestão da ponte.
O engenheiro Augusto Basílio, que participou de todas as etapas de construção da nova ponte, afirmou que do lado Leste a previsão era desapropriar 26 imóveis, mas ainda faltam três.
Segundo ele, o centro comercial será cons-truído na área compreendida entre a avenida Dom Severino e a rua Monsenhor Gil.


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