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Redação do Gterra, 25/01/2012 às 19h05min

São Luis tem tarifas mais barata do que Teresina

Ainda de acordo com informações da NTU, o custo da passagem do transporte público coletivo ficou mais alto nas cidades de Belo Horizonte, Cuiabá, Vitória, João Pessoa, Teresina e Rio de Janeiro. Outras quatro capitais devem ter aumento de tarifa ain

Foto: Reprodução A tarifa dos coletivos que fazem parte da Integração são mais altas, chegando ao valor de R$ 2,10
A tarifa dos coletivos que fazem parte da Integração são mais altas, chegando ao valor de R$ 2,10
Edição Gterra




São Luís é a capital brasileira que possui a tarifa média de ônibus mais barata no país, segundo os dados da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). De acordo com os cálculos realizados pela NTU, a capital maranhense possui atualmente tarifa média de R$ 1,98.

Em São Luís, os usuários de transporte público coletivo pagam atualmente três tarifas: R$ 1,30 e R$ 1,60 para transportes de nível I e II e a tarifa de R$ 2,10 para os coletivos que possuem linhas integradas. Durante os dias de domingo, os usuários pagam apenas a metade da tarifa normal. Esses fatores influenciaram diretamente na elaboração da média tarifária da capital.

Ainda de acordo com informações da NTU, o custo da passagem do transporte público coletivo ficou mais alto nas cidades de Belo Horizonte, Cuiabá, Vitória, João Pessoa, Teresina e Rio de Janeiro. Outras quatro capitais devem ter aumento de tarifa ainda no primeiro semestre de 2012: Palmas, Recife, Macapá e Florianópolis.

PROTESTOS
Recentemente muitos protestos se deram na cidade de Teresina devido ao aumento tarifário. A passagem, que custava R$ 1,90, passou para R$ 2,10. A Prefeitura de Teresina divulgou nota afirmando que o reajuste também se deu porque recentemente foi inaugurado um sistema de integração entre os ônibus, que garantiria "uma economia de 25% nas despesas com o transporte para trabalhadores e estudantes”.

O reajuste fez com que um movimento liderado por estudantes realizasse protestos diários por mais de duas semanas desde que o aumento passou a ser cobrado. Além de reclamarem do aumento, os estudantes alegavam que a integração entre os ônibus estava incompleta.

Pelo menos 17 estudantes foram presos, após os confrontos. A Prefeitura manteve o aumento, mas prometeu acelerar a integração do transporte coletivo e diminuir tarifas sobre o 2º trecho percorrido dentro desse sistema.



Fonte: O Imparcial

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