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Redação do Gterra, 08/12/2011 às 10h01minUso de pontes de Teresina ainda é pouco
As duas pontes não são ainda bem utilizadas
Edição Gterra
A utilização das pontes João Isidoro França e Leonel Brizola - as duas últimas inauguradas em Teresina - continua abaixo do previsto pelo poder público. Além da utilização desses corredores de tráfego, outro desafio é pensar em como melhorar os acessos a essas pontes, já que elas atraem os veículos e a movimentação altera o trânsito das regiões vizinhas. No bairro Buenos Aires, zona de Teresina, os moradores denunciam que os engarrafamentos se tornaram mais constantes após a inauguração da ponte Leonel Brizola, que liga os bairros Mocambinho e Pedra Mole, na zona Leste.
Em dois anos, Teresina ganhou duas novas pontes sobre o rio Poti. Ao todo, a cidade conta com sete pontes interligando as suas regiões, em uma cidade cortada por dois rios. Porém, enquanto umas apresentam fluxo intenso durante a maior parte do dia, outras continuam com seu potencial subutilizado, como é o caso da Ponte João Isidoro França, mais conhecida como Ponte Estaia-da, inaugurada em março do ano passado.
De acordo com estimativas da Superintendência Municipal de Trânsito (Strans), o fluxo de veículos trafegando diariamente pela Ponte Estaiada não chega a 70% da capacidade total, que é de 85 mil. O diretor de trânsito do órgão, Douglas Monteiro, ressalta que uma nova pesquisa deve ser feita no início de 2012 para definir, com exatidão, como está a utilização dessa ponte. "Somente após isso, vamos poder traçar estratégias para incentivar a população a optar por essa ponte, ao invés de ir pela Frei Serafim, por exemplo, que é mais congestionada", destaca o diretor.
Essa pesquisa também deve levar em conta a utilização da ponte Leonel Brizola, também conhecida como ponte do Mocambinho, que foi inaugurada há menos de um mês. Por ter encurtado em quase 12 quilômetros a distância entre as regiões Norte e Leste de Teresina, a ponte tem atraído um número razoável de veículos, especialmente no sentido Leste-Norte.

A utilização das pontes João Isidoro França e Leonel Brizola - as duas últimas inauguradas em Teresina - continua abaixo do previsto pelo poder público. Além da utilização desses corredores de tráfego, outro desafio é pensar em como melhorar os acessos a essas pontes, já que elas atraem os veículos e a movimentação altera o trânsito das regiões vizinhas. No bairro Buenos Aires, zona de Teresina, os moradores denunciam que os engarrafamentos se tornaram mais constantes após a inauguração da ponte Leonel Brizola, que liga os bairros Mocambinho e Pedra Mole, na zona Leste.
Em dois anos, Teresina ganhou duas novas pontes sobre o rio Poti. Ao todo, a cidade conta com sete pontes interligando as suas regiões, em uma cidade cortada por dois rios. Porém, enquanto umas apresentam fluxo intenso durante a maior parte do dia, outras continuam com seu potencial subutilizado, como é o caso da Ponte João Isidoro França, mais conhecida como Ponte Estaia-da, inaugurada em março do ano passado.
De acordo com estimativas da Superintendência Municipal de Trânsito (Strans), o fluxo de veículos trafegando diariamente pela Ponte Estaiada não chega a 70% da capacidade total, que é de 85 mil. O diretor de trânsito do órgão, Douglas Monteiro, ressalta que uma nova pesquisa deve ser feita no início de 2012 para definir, com exatidão, como está a utilização dessa ponte. "Somente após isso, vamos poder traçar estratégias para incentivar a população a optar por essa ponte, ao invés de ir pela Frei Serafim, por exemplo, que é mais congestionada", destaca o diretor.
Essa pesquisa também deve levar em conta a utilização da ponte Leonel Brizola, também conhecida como ponte do Mocambinho, que foi inaugurada há menos de um mês. Por ter encurtado em quase 12 quilômetros a distância entre as regiões Norte e Leste de Teresina, a ponte tem atraído um número razoável de veículos, especialmente no sentido Leste-Norte.

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