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Redação do Gterra, 30/01/2010 às 12h18minVigilante faz colegas reféns em prédio do TRE
Um vigilante armado fez quatro colegas reféns e atirou contra um deles, no inÃcio da madrugada.
Edição: Gterra
Um vigilante armado fez quatro colegas reféns e atirou contra um deles, no início da madrugada deste sábado, dentro do prédio do Centro Cultural da Justiça Eleitoral (CCJE), no centro do Rio de Janeiro, administrado em parceria pela Fundação Padre Anchieta e pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). Um dos seguranças tentou fugir e fraturou o braço direito, ao pular de uma das janelas do edifício, de uma altura de, aproximadamente, 15 metros.
Policiais militares do 13º Batalhão da Polícia Militar (Tiradentes) cercaram o prédio. O trânsito de veículos foi interditado entre a rua da Assembléia e a avenida Presidente Vargas. O vigilante se entregou, após cerca de meia hora de negociação, mediada pelo comandante da unidade, tenente-coronel José Guilherme Xavier. O segurança ferido foi levado para o hospital Souza Aguiar.
Segundo os policiais, o vigilante Wilson Maia Câmara, 60 anos, estava transtornado e aparentava sofrer distúrbios mentais. Durante a negociação, o acusado jogou o revólver calibre 38 por baixo de uma das portas de entrada do prédio e se entregou.
Os outros três vigilantes foram libertados. Quatro revólveres foram apreendidos. Por se tratar de uma repartição pública federal, o caso foi encaminhado à Superintência da Polícia Federal. O vigilante, que estava trabalhando há dois meses na empresa de segurança privada, foi autuado por cárcere privado e disparo de arma de fogo. Um dos responsáveis pela empresa esteve no local, mas não quis falar sobre o caso.
O TRE-RJ afirmou que só vai se manifestar sobre o incidente após a conclusão das investigações e dos relatórios elaborados pela empresa terceirizada e pela Assessoria de Segurança do próprio tribunal.

Um vigilante armado fez quatro colegas reféns e atirou contra um deles, no início da madrugada deste sábado, dentro do prédio do Centro Cultural da Justiça Eleitoral (CCJE), no centro do Rio de Janeiro, administrado em parceria pela Fundação Padre Anchieta e pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). Um dos seguranças tentou fugir e fraturou o braço direito, ao pular de uma das janelas do edifício, de uma altura de, aproximadamente, 15 metros.
Policiais militares do 13º Batalhão da Polícia Militar (Tiradentes) cercaram o prédio. O trânsito de veículos foi interditado entre a rua da Assembléia e a avenida Presidente Vargas. O vigilante se entregou, após cerca de meia hora de negociação, mediada pelo comandante da unidade, tenente-coronel José Guilherme Xavier. O segurança ferido foi levado para o hospital Souza Aguiar.
Segundo os policiais, o vigilante Wilson Maia Câmara, 60 anos, estava transtornado e aparentava sofrer distúrbios mentais. Durante a negociação, o acusado jogou o revólver calibre 38 por baixo de uma das portas de entrada do prédio e se entregou.
Os outros três vigilantes foram libertados. Quatro revólveres foram apreendidos. Por se tratar de uma repartição pública federal, o caso foi encaminhado à Superintência da Polícia Federal. O vigilante, que estava trabalhando há dois meses na empresa de segurança privada, foi autuado por cárcere privado e disparo de arma de fogo. Um dos responsáveis pela empresa esteve no local, mas não quis falar sobre o caso.
O TRE-RJ afirmou que só vai se manifestar sobre o incidente após a conclusão das investigações e dos relatórios elaborados pela empresa terceirizada e pela Assessoria de Segurança do próprio tribunal.

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