Justiça
Redação do Gterra, 18/03/2010 às 08h46minInfidelidade partidária de Roseana é esquecida pelo TRE-MA
A diferença é que Arruda está preso e aí é fácil “fazer Justiça”, enquanto Roseana e família têm o poder nas mãos
Edição Gterra
A cassação na noite de terça-feira pelo TRE-DF do governador José Roberto Arruda por infidelidade partidária nos chama a atenção para a mesma acusação que pesa contra a governadora Roseana Sarney em ação protocolada no TRE-MA pelo PSDB, PT e PSB, sem que até hoje haja qualquer manifestação do tribunal.
Roseana concorreu em 2006 pelo PFL, hoje DEM, para depois trocar de partido filiando-se ao PMDB, comandado por seu pai o senador José Sarney.
Se com a cassação de Jackson, ela assumiu o governo, o fez como candidata do PFL, cabendo portando o mandato ao partido que a “elegeu”.
A ação contra Roseana é de abril de 2009, logo após a sua posse imposta pelo TSE.
Quase 365 dias depois, o TRE-MA ainda não julgou o caso e o que é mais curioso, esse processo não consta do Acompanhamento Push do site no tribunal, onde aparecem vários processos contra Roseana, a maioria da década de 90 e arquivados.
Roseana se filiou ao PMDB em dezembro de 2006, às portas do entendimento do TSE e STF em relação à fidelidade partidária, garantindo que o mandato pertence ao partido e não ao candidato.
A lentidão do TRE-MA e a presteza do TRE-DF, revelam o ritmo de cada tribunal, regidos por interesses regionais.
A diferença é que Arruda está preso e aí é fácil “fazer Justiça”, enquanto Roseana e família têm o poder nas mãos

A cassação na noite de terça-feira pelo TRE-DF do governador José Roberto Arruda por infidelidade partidária nos chama a atenção para a mesma acusação que pesa contra a governadora Roseana Sarney em ação protocolada no TRE-MA pelo PSDB, PT e PSB, sem que até hoje haja qualquer manifestação do tribunal.
Roseana concorreu em 2006 pelo PFL, hoje DEM, para depois trocar de partido filiando-se ao PMDB, comandado por seu pai o senador José Sarney.
Se com a cassação de Jackson, ela assumiu o governo, o fez como candidata do PFL, cabendo portando o mandato ao partido que a “elegeu”.
A ação contra Roseana é de abril de 2009, logo após a sua posse imposta pelo TSE.
Quase 365 dias depois, o TRE-MA ainda não julgou o caso e o que é mais curioso, esse processo não consta do Acompanhamento Push do site no tribunal, onde aparecem vários processos contra Roseana, a maioria da década de 90 e arquivados.
Roseana se filiou ao PMDB em dezembro de 2006, às portas do entendimento do TSE e STF em relação à fidelidade partidária, garantindo que o mandato pertence ao partido e não ao candidato.
A lentidão do TRE-MA e a presteza do TRE-DF, revelam o ritmo de cada tribunal, regidos por interesses regionais.
A diferença é que Arruda está preso e aí é fácil “fazer Justiça”, enquanto Roseana e família têm o poder nas mãos

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