Justiça
Redação do Gterra, 26/01/2012 às 08h45minPedida a prisão do prefeito João Castelo
Bomba! Sindicalista pediu prisão de Castelo
Edição Gterra
O presidente do Sindicato da Guarda Municipal de São Luís, Weber Henrique Nascimento, espera há seis meses uma decisão da Justiça sobre um pedido de prisão feito por ele contra o prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB).
Weber, funcionário concursado da prefeitura, foi demitido do município ano passado por conta da greve da categoria em 2010. O sindicalista afirma que o processo contra ele foi aberto depois de uma discussão com o procurador-geral do município, Francisco Coelho.
“Eu já tinha ido oito vezes na procuradoria resolver questões da categoria, mas não era atendido. Na última disse para a secretária do procurador que não sairia de lá sem que falasse com ele. Francisco Coelho se irritou e me expulsou da sala. Daí começou o processo contra mim”, disse Weber.
Em julho do ano passado ele entrou com ação para voltar ao serviço. Conseguiu decisão favorável da juíza substituta da 4ª Vara da Fazenda Pública, Maria José França. A prefeitura recorreu ao Tribunal de Justiça. A desembargadora Nelma Sarney manteve a decisão de primeira instância.
Como a prefeitura não cumpriu a sentença, em agosto, os advogados do sindicalista atravessaram uma petição no processo lembrando a juíza que o prefeito João Castelo (PSDB) estava descumprindo uma determinação judicial estando sujeito, portanto, a multa e prisão. Até hoje não houve posicionamento sobre esse pedido.
“Isso é deprimente, uma vergonha. A decisão tem de ser cumprida. É o prefeito que está segurando? Estou há seis meses sem receber meus salários. Tenho família, tenho filhos”, lamenta Weber.

O presidente do Sindicato da Guarda Municipal de São Luís, Weber Henrique Nascimento, espera há seis meses uma decisão da Justiça sobre um pedido de prisão feito por ele contra o prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB).
Weber, funcionário concursado da prefeitura, foi demitido do município ano passado por conta da greve da categoria em 2010. O sindicalista afirma que o processo contra ele foi aberto depois de uma discussão com o procurador-geral do município, Francisco Coelho.
“Eu já tinha ido oito vezes na procuradoria resolver questões da categoria, mas não era atendido. Na última disse para a secretária do procurador que não sairia de lá sem que falasse com ele. Francisco Coelho se irritou e me expulsou da sala. Daí começou o processo contra mim”, disse Weber.
Em julho do ano passado ele entrou com ação para voltar ao serviço. Conseguiu decisão favorável da juíza substituta da 4ª Vara da Fazenda Pública, Maria José França. A prefeitura recorreu ao Tribunal de Justiça. A desembargadora Nelma Sarney manteve a decisão de primeira instância.
Como a prefeitura não cumpriu a sentença, em agosto, os advogados do sindicalista atravessaram uma petição no processo lembrando a juíza que o prefeito João Castelo (PSDB) estava descumprindo uma determinação judicial estando sujeito, portanto, a multa e prisão. Até hoje não houve posicionamento sobre esse pedido.
“Isso é deprimente, uma vergonha. A decisão tem de ser cumprida. É o prefeito que está segurando? Estou há seis meses sem receber meus salários. Tenho família, tenho filhos”, lamenta Weber.

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