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Redação do Gterra, 18/02/2010 às 07h36min

A amante sueca do presidente

Leiloadas nos EUA cartas que provam romance de Kennedy com jovem que conheceu a um mês do casamento com Jacqueline

Foto: Reprodução de Internet John Kennedy casou com Jacqueline, mas tinha caso com Gunilla
John Kennedy casou com Jacqueline, mas tinha caso com Gunilla
Edição Gterra


Chicago - Cartas que provam um caso extraconjugal, na década de 50, do ex-presidente americano John F. Kennedy com uma sueca de 21 anos estão sendo leiloadas nos Estados Unidos. Os textos, que contêm declarações apaixonadas do político, serão oferecidos por lances iniciais de 25 mil dólares (mais de R$ 45 mil), mas acredita-se que os valores das cartas mais comprometedoras ultrapassem os 100 mil dólares (cerca de R$ 183 mil).


Os manuscritos foram enviados à sueca Gunilla von Post quando o político era senador. O romance começou antes que Kennedy se casasse com Jacqueline Bouvier — mas continuou mesmo depois das núpcias.

O romance começou na Riviera Francesa, no verão de 1953, quando Kennedy tinha 36 anos. O encontro ocorreu apenas um mês antes do casamento de Kennedy, assassinado em 1963. Na ocasião, o casal teria dançado por uma noite inteira e se despedido com um beijo romântico.

Foi em 1954 que Kennedy escreveu sua primeira carta à amante. “Eu posso pegar um barco e navegar pelo Mediterrâneo por duas semanas, com você como tripulação”, escreveu. Os planos foram frustrados porque, em novembro do mesmo ano, ele teve que se submeter a uma operação nas costas. “Há alguma possibilidade de você vir aos Estados Unidos?”, perguntou em outra carta, escrita da cama do hospital em Nova Iorque. No ano seguinte, finalmente os amantes se reencontraram, na Suíça.

Na última carta, datada de agosto de 1955, Kennedy se diz confuso com a visita da mulher e da cunhada e chama a amante de “minha flicka (menina em sueco)”. “Tudo o que fiz foi me sentar ao sol e olhar para o oceano e pensar em Gunilla. Com todo o amor, Jack”, despediu-se. Kennedy teve vários casos amorosos que só vieram a público depois que ele foi assassinado.





Fonte: France Press/O Dia RJ

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