Municípios
Redação do Gterra, 08/07/2010 às 10h52minVitimas da seca, passsam fome e sede no PiauÃ
Secretário de Defesa Civil diz que secretaria está falida
Edição Gterra
O Piauí possui hoje, pelo menos, 150 municípios em estado de emergência por conta das perdas na safra agrícola e dificuldades na manutenção de água potável e a secretaria de Defesa Civil não tem capacidade para atender os trabalhadores.
O próprio secretário de Defesa Civil Chico Filho afirmou que a secretaria está falida e que não tem dinheiro, não tem cestas e nem como mobilizar carros pipas para atender as necessidades da população.
"Se precisar de uma cesta de alimentos, não temos como atender. Não temos nada na Defesa Civil", confirmou o secretário. Segundo ele o caixa atual da secretaria conta com menos de R$ 500,00, um saldo ínfimo se comparado com outras pastas e com o tamanho da necessidade dos trabalhadores.
A empresa paraibana que foi contratada para perfurar e equipar os poços no semi-árido abandonou as obras.
A empresa recebeu R$ 1,4 milhão, de um contrato de R$ 6 milhões, e foi concedido um prazo até sexta (9) para que a empresa se manifeste e retome as obras, sob pena cancelar o contrato e realizar uma nova licitação em caráter emergencial para garantir o atendimento à população que está sofrendo os efeitos da estiagem no semi-árido.
"Se a empresa não aparecer para se explicar, na segunda (12), vamos abrir processo para anular este contrato e realizar um novo em caráter especial para contratar uma nova empresa. O objetivo é acabar com a rota dos carros pipas utilizando a água dos poços ou as adutoras que deveriam ser feitas nas grandes barragens do Estado.
Há informações que as obras emergências realizadas no período de emergência por conta das enchentes, não foram concluídas. Existem estradas, passagens molhadas e pequenas pontes que nunca foram concluídas. "Vamos ter que tomar uma medida dura", advertiu o secretário de Defesa Civil.
Segundo Chico Filho, as perdas agrícolas foram constatadas e superiores a 80% da produção prevista. "Estamos exigindo pelo menos que sejam cumpridas as obras que estavam em andamento, porque não temos outra forma de atendimento, não temos cestas, não temos dinheiro e os carros pipas são com o Exército", reclamou o secretário.
O ex-secretário de Defesa Civil, Fernando Monteiro, confirmou que tinha menos de R$ 500,00 em caixa, mas isso se deve ao custeio da secretaria, segundo Fernando Monteiro, que informou ter um custeio de R$ 32 mil por mês.
"Nós deixamos recursos para perfurar e equipar os poços. São 103 poços. Temos convênios com a Codevasf no valor de R$ 4 ,5 milhões. Temos convênio com a Funasa no valor de R$ 1 milhão. Temos um convenio com a Caixa Econômica no valor de R$ 1 milhão.
E existem R$ 10 milhões de recursos para a conclusão de obras emergenciais. Todos são recursos federais através de convênios e projetos e que este dinheiro estava na conta da secretaria", afirmou Fernando Monteiro.
Segundo o ex-secretário, ele sabia buscar cestas de alimentos em Brasília. "As cestas que tínhamos distribuímos. Realmente, não temos estoque de cestas. Temos estoque de oito mil colchões, fronhas, lençóis para caso de emergência", finalizou, Fernando Monteiro.

O Piauí possui hoje, pelo menos, 150 municípios em estado de emergência por conta das perdas na safra agrícola e dificuldades na manutenção de água potável e a secretaria de Defesa Civil não tem capacidade para atender os trabalhadores.
O próprio secretário de Defesa Civil Chico Filho afirmou que a secretaria está falida e que não tem dinheiro, não tem cestas e nem como mobilizar carros pipas para atender as necessidades da população.
"Se precisar de uma cesta de alimentos, não temos como atender. Não temos nada na Defesa Civil", confirmou o secretário. Segundo ele o caixa atual da secretaria conta com menos de R$ 500,00, um saldo ínfimo se comparado com outras pastas e com o tamanho da necessidade dos trabalhadores.
A empresa paraibana que foi contratada para perfurar e equipar os poços no semi-árido abandonou as obras.
A empresa recebeu R$ 1,4 milhão, de um contrato de R$ 6 milhões, e foi concedido um prazo até sexta (9) para que a empresa se manifeste e retome as obras, sob pena cancelar o contrato e realizar uma nova licitação em caráter emergencial para garantir o atendimento à população que está sofrendo os efeitos da estiagem no semi-árido.
"Se a empresa não aparecer para se explicar, na segunda (12), vamos abrir processo para anular este contrato e realizar um novo em caráter especial para contratar uma nova empresa. O objetivo é acabar com a rota dos carros pipas utilizando a água dos poços ou as adutoras que deveriam ser feitas nas grandes barragens do Estado.
Há informações que as obras emergências realizadas no período de emergência por conta das enchentes, não foram concluídas. Existem estradas, passagens molhadas e pequenas pontes que nunca foram concluídas. "Vamos ter que tomar uma medida dura", advertiu o secretário de Defesa Civil.
Segundo Chico Filho, as perdas agrícolas foram constatadas e superiores a 80% da produção prevista. "Estamos exigindo pelo menos que sejam cumpridas as obras que estavam em andamento, porque não temos outra forma de atendimento, não temos cestas, não temos dinheiro e os carros pipas são com o Exército", reclamou o secretário.
O ex-secretário de Defesa Civil, Fernando Monteiro, confirmou que tinha menos de R$ 500,00 em caixa, mas isso se deve ao custeio da secretaria, segundo Fernando Monteiro, que informou ter um custeio de R$ 32 mil por mês.
"Nós deixamos recursos para perfurar e equipar os poços. São 103 poços. Temos convênios com a Codevasf no valor de R$ 4 ,5 milhões. Temos convênio com a Funasa no valor de R$ 1 milhão. Temos um convenio com a Caixa Econômica no valor de R$ 1 milhão.
E existem R$ 10 milhões de recursos para a conclusão de obras emergenciais. Todos são recursos federais através de convênios e projetos e que este dinheiro estava na conta da secretaria", afirmou Fernando Monteiro.
Segundo o ex-secretário, ele sabia buscar cestas de alimentos em Brasília. "As cestas que tínhamos distribuímos. Realmente, não temos estoque de cestas. Temos estoque de oito mil colchões, fronhas, lençóis para caso de emergência", finalizou, Fernando Monteiro.

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