Polícia
Redação do Gterra, 23/11/2010 às 10h47min260 policiais participam de operação contra fraude em compra de remédio
Foram cumpridos 59 mandados de busca e apreensão.
Edição Gterra
Duzentos e sessenta policiais federais participam, nesta terça-feira (23), de uma operação contra grupos que negociavam medicamentos sem procedimento licitatório, no Pará. Segundo a Polícia Federal, o alvo são representantes de empresas, escritórios de contabilidade e funcionários de prefeituras que não seguiam procedimentos licitatórios na negociação de remédios. Pelo menos duas pessoas foram detidas.
Foram cumpridos 59 mandados de busca e apreensão em Belém e em outros nove municípios. Entre os pontos vistoriados pelos policiais, estão as sedes de seis prefeituras, das secretarias de Saúde e de uma ONG ligada a um deputado estadual.
Já foram identificadas 30 pessoas suspeitas de envolvimento no esquema investigado, incluindo prefeitos. Se comprovada a culpa, elas podem responder por crime de responsabilidade, peculato, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, crimes em licitação e formação de quadrilha.
Além de policiais do Pará, participam da operação agentes do Maranhão, Goiás, Amapá, Acre, Rondônia, Roraima, Tocantins, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal

Duzentos e sessenta policiais federais participam, nesta terça-feira (23), de uma operação contra grupos que negociavam medicamentos sem procedimento licitatório, no Pará. Segundo a Polícia Federal, o alvo são representantes de empresas, escritórios de contabilidade e funcionários de prefeituras que não seguiam procedimentos licitatórios na negociação de remédios. Pelo menos duas pessoas foram detidas.
Foram cumpridos 59 mandados de busca e apreensão em Belém e em outros nove municípios. Entre os pontos vistoriados pelos policiais, estão as sedes de seis prefeituras, das secretarias de Saúde e de uma ONG ligada a um deputado estadual.
Já foram identificadas 30 pessoas suspeitas de envolvimento no esquema investigado, incluindo prefeitos. Se comprovada a culpa, elas podem responder por crime de responsabilidade, peculato, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, crimes em licitação e formação de quadrilha.
Além de policiais do Pará, participam da operação agentes do Maranhão, Goiás, Amapá, Acre, Rondônia, Roraima, Tocantins, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal

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