Polícia
Redação do Gterra, 04/06/2010 às 07h35minArmas e celulares aprendidos na penitenciária
Foi só uma revista feita pelos agente em pedrinhas
Edição Gterra
SÃO LUÍS - Em uma revista realizada na manhã desta quinta-feira (3), nas alas A e B da Penitenciária de São Luís, no Complexo de Pedrinhas, foram apreendidos onze celulares, quatro carregadores, várias armas artesanais, entre facas, chuços, além de barras de ferro, peças de rádios e televisores.
A operação foi coordenada pelo secretário-adjunto de Administração Penitenciária, Carlos James Moreira, e pelo diretor da unidade, Luís Henrique Freitas.
A revista foi feita após monitoramento do Serviço de Inteligência da Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP) atestar que presos estariam portando celulares dentro das celas.
De acordo a SAAP, sete presos, apontados inicialmente como responsáveis pelos celulares, foram transferidos para o isolamento e devem permanecer nessas celas até a conclusão do inquérito administrativo que será instaurado para apurar como esses aparelhos entraram no presídio.
Os objetos encontrados serão submetidos à perícia no Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim).
A ação teve participação de agentes penitenciários do Grupo de Operações Penitenciárias (Geop) e dos agentes de plantão na unidade, com o apoio de policiais militares do 6º Batalhão da PM. Nas inspeções, foram usados armamentos não letais, próprios para o trabalho de intervenção em presídios.

SÃO LUÍS - Em uma revista realizada na manhã desta quinta-feira (3), nas alas A e B da Penitenciária de São Luís, no Complexo de Pedrinhas, foram apreendidos onze celulares, quatro carregadores, várias armas artesanais, entre facas, chuços, além de barras de ferro, peças de rádios e televisores.
A operação foi coordenada pelo secretário-adjunto de Administração Penitenciária, Carlos James Moreira, e pelo diretor da unidade, Luís Henrique Freitas.
A revista foi feita após monitoramento do Serviço de Inteligência da Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP) atestar que presos estariam portando celulares dentro das celas.
De acordo a SAAP, sete presos, apontados inicialmente como responsáveis pelos celulares, foram transferidos para o isolamento e devem permanecer nessas celas até a conclusão do inquérito administrativo que será instaurado para apurar como esses aparelhos entraram no presídio.
Os objetos encontrados serão submetidos à perícia no Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim).
A ação teve participação de agentes penitenciários do Grupo de Operações Penitenciárias (Geop) e dos agentes de plantão na unidade, com o apoio de policiais militares do 6º Batalhão da PM. Nas inspeções, foram usados armamentos não letais, próprios para o trabalho de intervenção em presídios.


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