Cemar é a empresa mais desonesta do Maranhão - Polícia - Gterra

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Redação do Gterra, 18/08/2009 às 10h07min

Cemar é a empresa mais desonesta do Maranhão

Foi o que disse o deputado Edvaldo Holanda

Edição Gterra

O deputado Edivaldo Holanda (PTC) teceu duras críticas à Companhia Energética do Maranhão (Cemar) na sessão desta segunda-feira (17) da Assembleia Legislativa.

Com base em informações prestadas pela Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania, que apontam a tarifa de energia cobrada no Maranhão como a mais alta do país, Holanda classificou a Cemar como uma das empresas mais desonestas do Estado.

De acordo com o órgão estadual, das 64 distribuidoras instaladas no país, a tarifa da Cemar é 72% maior do que a Companhia Energética de Brasília (CEB), que tem o maior PIB per capita do Brasil e onde a energia é a mais barata (o preço menor é no Amapá por razões atípicas, pois a Aneel não autoriza reajustes da distribuidora por ela estar inadimplente com geradoras). Essas e outras informações foram divulgadas na semana passada no jornal “O Estado do Maranhão” e no blog do jornalista Décio Sá.

“No ano passado, esta Casa denunciou os abusos que a Cemar estava cometendo contra milhões de consumidores. Eu, como deputado, lutei juntamente com várias comunidades no sentido de evitar que os medidores analógicos fossem trocados pelos digitais. Infelizmente isso aconteceu [troca dos medidores] e agora são os consumidores que estão sendo lesados novamente”, afirmou o deputado frisando que neste último fim de semana esteve na região dos Lençóis Maranhenses onde pode constatar in loco o número elevado de reclamações contra a Companhia Energética do Maranhão.

Além de cobrar a maior tarifa do Brasil, Edivaldo Holanda denunciou um provável novo aumento da tarifa de energia (algo em torno de 5%) que será imposto aos consumidores maranhenses ainda este mês pela Cemar. “Ano passado, o reajuste foi de 11%. É inadmissível que continuemos sentados apenas olhando essa empresa meter a mão no bolso do maranhense”, finalizou.




Fonte: Agencia Assembléia

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