Polícia
Redação do Gterra, 09/09/2011 às 18h13minEx-cadeirante mata namorado cadeirante
Briga de casal termina em morte na Mauro Fecury II
Edição Gterra
São Luis - Era o início da manhã de quinta-feira, dia 8, quando os moradores do bairro Mauro Fecury II foram acordados por um disparo de arma de fogo, seguido de um choro desesperado. Para surpresa de todos, Thais Emanuelle Saraiva Pantoja tinha acertado um tiro na testa do companheiro Wandernilson Gomes Serejo, de 24 anos.
Há cerca de três anos, Wandernilson foi atingido por um tiro nas costas, durante um assalto, e passou a andar de cadeira de rodas. Quando ele conheceu a paraense Thais, ela também era cadeirante, mas há um ano a mulher conseguiu recuperar-se e voltar a caminhar. Antes de tornar-se deficiente e passar a receber um benefício do seguro social, Wandernilson trabalhava como mecânico.
No velório de Wandernilson, familiares dele conversaram com a reportagem de O Imparcial, e se mostraram surpresos com a atitude de Thais, pois ninguém imaginava que ela seria capaz de tamanha violência. Algumas pessoas suspeitam que a razão de ela ter assassinado o companheiro seria o fato de Wandernilson ter descoberto que Thais tinha um envolvimento amoroso com outro homem.
De acordo com um primo da mãe de Wandernilson, que se identificou apenas como Castelo, a família tomou conhecimento da tragédia e correu para a residência do casal. Sentado na cadeira de rodas, a vítima do tiro fatal estava com parte do corpo por cima da cama. O quarto revirado, e cacos de copos e garrafas de cerveja espalhados pela casa, davam a impressão de que tinha ocorrido uma briga antes da morte de Wandernilson.
A família disse ainda que uma adolescente tinha passado a noite com o casal, e teria chamado um amigo por telefone, para juntos ajudarem Thais a encobrir as evidências do homicídio. Thais trocou a própria roupa suja de sangue e tomou um banho, e insistiu que o companheiro acidentou-se, pois Wandernilson estaria manuseando a arma do crime no momento do disparo. Quanto às marcas de pólvora nas próprias mãos, detectadas pela perícia, Thais contou que tinha soltado fogos durante a noite.
Sem conseguir convencer de que não era culpada, Thais foi levada pela Polícia Militar ao Plantão Central da Vila Embratel, onde foi autuada em flagrante, e depois encaminhada ao presídio feminino da Penitenciária de Pedrinhas. O incidente continua sendo investigado na delegacia do Anjo da Guarda (5º DP).

São Luis - Era o início da manhã de quinta-feira, dia 8, quando os moradores do bairro Mauro Fecury II foram acordados por um disparo de arma de fogo, seguido de um choro desesperado. Para surpresa de todos, Thais Emanuelle Saraiva Pantoja tinha acertado um tiro na testa do companheiro Wandernilson Gomes Serejo, de 24 anos.
Há cerca de três anos, Wandernilson foi atingido por um tiro nas costas, durante um assalto, e passou a andar de cadeira de rodas. Quando ele conheceu a paraense Thais, ela também era cadeirante, mas há um ano a mulher conseguiu recuperar-se e voltar a caminhar. Antes de tornar-se deficiente e passar a receber um benefício do seguro social, Wandernilson trabalhava como mecânico.
No velório de Wandernilson, familiares dele conversaram com a reportagem de O Imparcial, e se mostraram surpresos com a atitude de Thais, pois ninguém imaginava que ela seria capaz de tamanha violência. Algumas pessoas suspeitam que a razão de ela ter assassinado o companheiro seria o fato de Wandernilson ter descoberto que Thais tinha um envolvimento amoroso com outro homem.
De acordo com um primo da mãe de Wandernilson, que se identificou apenas como Castelo, a família tomou conhecimento da tragédia e correu para a residência do casal. Sentado na cadeira de rodas, a vítima do tiro fatal estava com parte do corpo por cima da cama. O quarto revirado, e cacos de copos e garrafas de cerveja espalhados pela casa, davam a impressão de que tinha ocorrido uma briga antes da morte de Wandernilson.
A família disse ainda que uma adolescente tinha passado a noite com o casal, e teria chamado um amigo por telefone, para juntos ajudarem Thais a encobrir as evidências do homicídio. Thais trocou a própria roupa suja de sangue e tomou um banho, e insistiu que o companheiro acidentou-se, pois Wandernilson estaria manuseando a arma do crime no momento do disparo. Quanto às marcas de pólvora nas próprias mãos, detectadas pela perícia, Thais contou que tinha soltado fogos durante a noite.
Sem conseguir convencer de que não era culpada, Thais foi levada pela Polícia Militar ao Plantão Central da Vila Embratel, onde foi autuada em flagrante, e depois encaminhada ao presídio feminino da Penitenciária de Pedrinhas. O incidente continua sendo investigado na delegacia do Anjo da Guarda (5º DP).

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Comentários (1)
- OI SOU A THAIS A MOÇA QUE FOI ACUZADA DE ATIRAR NO CADEIRANTE Á 8 MESES ATRAS QUERO DIZER QUE HOJE FOI TUDO ESCLARECIDO E QUE ASIM COMO VCS ESCUTURAM PESSOAS QUE NUNCA PRESENCIARAM MINHA VIDA COM MEU MARIDO QUERIA QUE AGORA VCS DIVOUGASSE A VERDADEIRA HISTORIA COM O INQUERITO POLICIAL CONCLUIDO E OS LAUDOS FEITO PORQUE EU SOU REU CONFESSA TUDO NÃO PASOU DE UM ACIDENTE EU AMO MEU MARIDO E O QUE EU ESTOU PASANDO NÃO É NADA FACIL EU NÃO QUIS FAZER AQUI ESTAVAMOS SÓ BRINCANDO E A ARMADESPAROU FOI ISSO QUE ACONTECEU EU LÉ A REPORTAGEM E TUDO QUE FOI ESCRITO FOI MENTIRA NUNCA ABRI MINHA BOCA PRA DIZER QUE ELE TINHA SE MATADO OU QUE ALGUEM MATOU ELE SE VCS FOREMLÊ DES DO MOMENTO DO PRIMEIRO DEPOIMENTO FOI DITO E ASSIANADO POR MIM QUE TUDO NÃO PASOU DE UMA BRINCADEIRA QUE SE TRANSFORMOU EM TRAGEDIA POR FAVOR APAGUEM ESTAS REPORTAGEM RIDICULA MENTIROZA E VÃO ATRAS DA REPORADE VERIDICA E COM PROVAS MEU INQUERITO FOI LAVRADO PELA DELEGACIA DO ANJO DAGUARDA É PEDIR PARA O DELEGADO QUE VAI CONTAR TODA A VERDADE ESTALA A PROVA DE QUE TUDO NÃO PASOU DE UM ACIDENTE E QUE EU NÃO TINHA MOTIVOS ALGUM PARA MATAR MEU MARIDO PORQUE EU QUE TINHA DINHEIRO NÃO ELE ELE NÃO ME DEIXOU NADA APENAS DOR OBRIGADO ESTE É MEU NUMERO Caso queira entrar em contato 091-82975589 ou 091-99023931 THAIS SARAIVA, Vila Rica-MT - 16/04/2012 às 00h54min

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