Polícia
Redação do Gterra, 11/03/2010 às 07h39minRoubo rendeu R$ 200 mil a ladrões de banco
Em seguida, fugiram em duas caminhonetes com mais de oito reféns, que foram liberados a alguns quilômetros da cidade
Edição Gterra
Belém - O assalto à agência do Banco do Brasil de Jacundá teria rendido à quadrilha o equivalente a R$ 200 mil. E mais de 20 homens das Polícias Civil e Militar estão em uma região rural do município de Rondon do Pará, a 150 quilômetros de Jacundá, à procura do grupo que se embrenhou na floresta.
A quadrilha agiu na manhã da última terça-feira, 9. Foram seis homens munidos de armas de vários calibres que invadiram a agência e fizeram reféns dezenas de clientes. Em seguida, fugiram em duas caminhonetes com mais de oito reféns, que foram liberados a alguns quilômetros da cidade.
Para impedir a perseguição policial, o bando incendiou um dos carros. Na pressa, esqueceram um malote de dinheiro com mais de R$ 100 mil. O dinheiro foi saqueado por populares.
Três armas de fogo, uma pistola e dois revólveres calibre 38, também foram deixados para trás e levados por populares. A polícia está investigando o sumiço das armas. “É um crime que pode resultar entre 1 e 3 anos de prisão para os portadores”, explicou o delegado Marcos Augusto, responsável pelo inquérito policial que investiga o assalto à agência.
As cédulas de dinheiro de valores entre R$ 2,00 e R$ 100,00 já circulam na cidade de Jacundá. Segundo um comerciante, algumas notas danificadas podem passar facilmente no comércio. Nessa questão, um funcionário da Superintendência do Banco do Brasil, em Belém, informou que “todas as notas danificadas serão coletadas pela agência tão logo sejam apresentadas e, em seguida, encaminhadas ao Banco Central, onde serão periciadas”, informou o funcionário.
CAÇADA
Em relação ao trabalho policial, o delegado Marcos Augusto disse que “a polícia acompanhou toda a ação dos assaltantes e manteve o controle para impedir um confronto maior que pudesse resultar num risco à vida dos reféns”. E, assim que os assaltantes saíram da cidade, duas viaturas da Polícia Militar os perseguiram. “Estamos empenhados na caça ao bando desde o momento da fuga”, informou o tenente Rogério, comandante do Destacamento da Polícia Militar de Jacundá.
Até o fechamento desta edição os policiais estavam em uma área rural do município de Rondon do Pará, a 150 quilômetros de Jacundá. “Existem evidências de que o grupo esteja numa área de mata”, disse o tenente

Belém - O assalto à agência do Banco do Brasil de Jacundá teria rendido à quadrilha o equivalente a R$ 200 mil. E mais de 20 homens das Polícias Civil e Militar estão em uma região rural do município de Rondon do Pará, a 150 quilômetros de Jacundá, à procura do grupo que se embrenhou na floresta.
A quadrilha agiu na manhã da última terça-feira, 9. Foram seis homens munidos de armas de vários calibres que invadiram a agência e fizeram reféns dezenas de clientes. Em seguida, fugiram em duas caminhonetes com mais de oito reféns, que foram liberados a alguns quilômetros da cidade.
Para impedir a perseguição policial, o bando incendiou um dos carros. Na pressa, esqueceram um malote de dinheiro com mais de R$ 100 mil. O dinheiro foi saqueado por populares.
Três armas de fogo, uma pistola e dois revólveres calibre 38, também foram deixados para trás e levados por populares. A polícia está investigando o sumiço das armas. “É um crime que pode resultar entre 1 e 3 anos de prisão para os portadores”, explicou o delegado Marcos Augusto, responsável pelo inquérito policial que investiga o assalto à agência.
As cédulas de dinheiro de valores entre R$ 2,00 e R$ 100,00 já circulam na cidade de Jacundá. Segundo um comerciante, algumas notas danificadas podem passar facilmente no comércio. Nessa questão, um funcionário da Superintendência do Banco do Brasil, em Belém, informou que “todas as notas danificadas serão coletadas pela agência tão logo sejam apresentadas e, em seguida, encaminhadas ao Banco Central, onde serão periciadas”, informou o funcionário.
CAÇADA
Em relação ao trabalho policial, o delegado Marcos Augusto disse que “a polícia acompanhou toda a ação dos assaltantes e manteve o controle para impedir um confronto maior que pudesse resultar num risco à vida dos reféns”. E, assim que os assaltantes saíram da cidade, duas viaturas da Polícia Militar os perseguiram. “Estamos empenhados na caça ao bando desde o momento da fuga”, informou o tenente Rogério, comandante do Destacamento da Polícia Militar de Jacundá.
Até o fechamento desta edição os policiais estavam em uma área rural do município de Rondon do Pará, a 150 quilômetros de Jacundá. “Existem evidências de que o grupo esteja numa área de mata”, disse o tenente

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