Polícia
Redação do Gterra, 09/07/2010 às 15h14minSuspeitos de matar Eliza Samudio não prestam depoimento
Orientados pelos advogados, nenhum dos três falou com a imprensa. Também não houve depoimento, já que foram orientados a falar somente em juÃzo. Segundo Edson Moreira, eles têm prazo de 30 dias para prestar depoimento.
Edição Gterra
O chefe do Departamento de Investigações (DI) da Polícia Civil de Minas Gerais, delegado Edson Moreira, deu coletiva à imprensa, no final da manhã desta sexta-feira (9), sobre o caso do goleiro Bruno Fernandes, suspeito de ter participado do sequestro e morte da ex-namorada Eliza Samudio.
Na coletiva, o delegado apresentou o notebook de Eliza, que contém conversas pelo MSN entre ela e o goleiro e também com amigos. Segundo Edson Moreira, as conversas demonstram o difícil momento que Eliza passava.
O computador e seus arquivos serão usados como material de corpo de delito indireto, já que os restos mortais da modelo ainda não foram encontrados.
Bruno, o amigo Luiz Henrique Ferreira Romão ("Macarrão") e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o "Bola", foram escoltados da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, onde passaram a noite em celas separadas, e chegaram ao DI em camburões distintos, sob forte esquema de segurança.
Orientados pelos advogados, nenhum dos três falou com a imprensa. Também não houve depoimento, já que foram orientados a falar somente em juízo. Segundo Edson Moreira, eles têm prazo de 30 dias para prestar depoimento.

O chefe do Departamento de Investigações (DI) da Polícia Civil de Minas Gerais, delegado Edson Moreira, deu coletiva à imprensa, no final da manhã desta sexta-feira (9), sobre o caso do goleiro Bruno Fernandes, suspeito de ter participado do sequestro e morte da ex-namorada Eliza Samudio.
Na coletiva, o delegado apresentou o notebook de Eliza, que contém conversas pelo MSN entre ela e o goleiro e também com amigos. Segundo Edson Moreira, as conversas demonstram o difícil momento que Eliza passava.
O computador e seus arquivos serão usados como material de corpo de delito indireto, já que os restos mortais da modelo ainda não foram encontrados.
Bruno, o amigo Luiz Henrique Ferreira Romão ("Macarrão") e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o "Bola", foram escoltados da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, onde passaram a noite em celas separadas, e chegaram ao DI em camburões distintos, sob forte esquema de segurança.
Orientados pelos advogados, nenhum dos três falou com a imprensa. Também não houve depoimento, já que foram orientados a falar somente em juízo. Segundo Edson Moreira, eles têm prazo de 30 dias para prestar depoimento.


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