Polícia
Redação do Gterra, 11/07/2011 às 16h46min'Tenho deputados e esportistas como clientes', diz policial preso por gravações ilegais
Preso por agentes da Corregedoria Interna da PolÃcia Civil, nesta segunda-feira, em Copacabana, Zona Sul do Rio, por envolvimento em um esquema de escutas telefônicas ilegais, o policial civil José MaurÃcio Bellini de Andrade, 39 anos, admitiu que tem
Edição Gterra
Tenho muitos clientes, muita gente importante. Empresários, gente normal, esportistas, políticos, todos os que têm problemas com adultério", afirmou
O policial civil nega trabalhar de forma ilegal e diz que é inocente. " Eu sou inocente e estou sendo preso injustamente. Eu desenvolvo um trabalho de investigação particular, em paralelo à polícia nas horas vagas e não sei o motivo de estar sendo envolvido nisso", disse José Maurício na delegacia", disse José Maurício.
Mesmo alegando que é vítima de injustiça, José Maurício admitiu fazer escutas telefônicas. "Fazemos gravações telefônicas da seguinte maneira: se você tem sua casa e o telefone está no seu nome, você diz que quer monitorar o que seu filho fala no telefone ou o que a empregada fala que eu instalo um aparelho diretamente no computador da pessoa. Agora fazer desvios para terceiros, isso não", completou.
A mesma operação prendeu outros três homens, ainda não identificados, que faziam parte da quadrilha e ofereciam os serviços de detetive nos sites www.gecidetetives.com.br e www.jmbinvestigacao.com.br. A empresa era contratada por cônjuges que suspeitavam de traição e companhias que pretendiam descobrir segredos da concorrência.
José Maurício foi localizado após três meses de investigação como parte da Operação Marimba. No apartamento dele foram apreendidos CDs, DVDs, um computador, documentos e R$ 8 mil, além de duas motocicletas - uma Suzuki V-Strom DL650 0 Km e uma Suzuki Burgman i, ambas sem placa.
De acordo com os policiais, José Maurício é policial civil há 14 anos e era lotado na 13ª DP. Sua agência de detetives ficava na Avenida Nossa Senhora de Copacabana e operava há cerca de 5 anos. De acordo com as investigações, o criminoso contratava um técnico de telefonia que agia com carro da Oi e era o responsável pelos grampos. O preço pago pelos clientes era de R$ 2 mil por 15 dias de escutas telefônicas.
No momento da prisão, José Maurício tentou se livrar de algumas provas que o incriminariam jogando quatro telefones celulares pela janela. Os aparelhos caíram no em um prédio em frente e puderam ser apreendidos. Todos os presos e o material recolhido foram levados para a sede da Corregedoria.

Tenho muitos clientes, muita gente importante. Empresários, gente normal, esportistas, políticos, todos os que têm problemas com adultério", afirmou
O policial civil nega trabalhar de forma ilegal e diz que é inocente. " Eu sou inocente e estou sendo preso injustamente. Eu desenvolvo um trabalho de investigação particular, em paralelo à polícia nas horas vagas e não sei o motivo de estar sendo envolvido nisso", disse José Maurício na delegacia", disse José Maurício.
Mesmo alegando que é vítima de injustiça, José Maurício admitiu fazer escutas telefônicas. "Fazemos gravações telefônicas da seguinte maneira: se você tem sua casa e o telefone está no seu nome, você diz que quer monitorar o que seu filho fala no telefone ou o que a empregada fala que eu instalo um aparelho diretamente no computador da pessoa. Agora fazer desvios para terceiros, isso não", completou.
A mesma operação prendeu outros três homens, ainda não identificados, que faziam parte da quadrilha e ofereciam os serviços de detetive nos sites www.gecidetetives.com.br e www.jmbinvestigacao.com.br. A empresa era contratada por cônjuges que suspeitavam de traição e companhias que pretendiam descobrir segredos da concorrência.
José Maurício foi localizado após três meses de investigação como parte da Operação Marimba. No apartamento dele foram apreendidos CDs, DVDs, um computador, documentos e R$ 8 mil, além de duas motocicletas - uma Suzuki V-Strom DL650 0 Km e uma Suzuki Burgman i, ambas sem placa.
De acordo com os policiais, José Maurício é policial civil há 14 anos e era lotado na 13ª DP. Sua agência de detetives ficava na Avenida Nossa Senhora de Copacabana e operava há cerca de 5 anos. De acordo com as investigações, o criminoso contratava um técnico de telefonia que agia com carro da Oi e era o responsável pelos grampos. O preço pago pelos clientes era de R$ 2 mil por 15 dias de escutas telefônicas.
No momento da prisão, José Maurício tentou se livrar de algumas provas que o incriminariam jogando quatro telefones celulares pela janela. Os aparelhos caíram no em um prédio em frente e puderam ser apreendidos. Todos os presos e o material recolhido foram levados para a sede da Corregedoria.


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