Política
Redação do Gterra, 30/08/2010 às 06h55minCorrendo para tentar virar o jogo
Setembro é mês decisivo para os candidatos em segundo lugar nas pesquisas de intenções de votos. No Rio, Gabeira promete intensificar o corpo a corpo nas ruas. E José Serra adota o slogan ‘É hora da virada’ na disputa presidencial
Edição Gterra
Rio - Setembro é mês decisivo na campanha eleitoral. As pesquisas dão grande distância entre os primeiros e os segundos colocados, e os candidatos elaboram suas estratégias para virar o jogo. Candidato ao governo do Rio pelo Partido Verde (PV), Fernando Gabeira está decidido a lutar: intensificará a campanha, com aposta no corpo a corpo. Já o presidenciável José Serra (PSDB) adotou o slogan “É hora da virada” em sua campanha.
Confiante de que disputará o segundo turno com o governador Sérgio Cabral, candidato à reeleição a quem a última pesquisa Ibope conferiu 56% das intenções de voto, Gabeira, que tem 14%, crê que a quantidade de indecisos vai se desfazer em setembro.
Ele diz ainda que pretendo chegar muito em breve aos 20%: “Em setembro, vou fazer o que eu faço sempre: vou para rua. Tenho a impressão de que muitas pessoas só tomam conhecimento da campanha nas últimas semanas de agosto”, afirmou Gabeira.
O deputado Luiz Paulo Correa da Rocha (PSDB) acredita no potencial do aliado para repetir o desempenho de 2008 na reta final, quando chegou ao segundo turno na disputa com o atual prefeito Eduardo Paes: “Setembro é a reta da virada”. Presidente do PV no Rio, Alfredo Sirkis aposta na dobradinha propaganda eleitoral gratuita e campanha de rua. “Ele gosta de fazer campanha na rua. Não se cansa”, afirma.
Cabral vai manter o foco no pedido de votos. “Hoje, passo por avaliação médica e talvez seja liberado de uma muleta. Então, poderei voltar a fazer corpo a corpo”, planeja.
Na disputa à Presidência, Serra continuará com a metralhadora apontada para a candidata Dilma Rousseff (PT), que tem 51% das intenções de voto segundo o Ibope, 24 pontos à frente do tucano. Outro recurso de Serra será o apoio de partidários nos principais colégios eleitorais do País e do PSDB, São Paulo e Minas, subindo nos palanques com Geraldo Alckmin, candidato ao governo de SP, e Aécio Neves, que briga por vaga no Senado. Dilma fará o último ato em São Paulo.
De olho em Lula e Cabral
Animados com o crescimento de suas candidaturas ao Senado, como dizem as pesquisas, Jorge Picciani (PMDB) e Lindberg Farias (PT) correm para tentar passar Marcelo Crivella (PRB) e Cesar Maia (DEM).
Contando sempre com o apoio do governador Sergio Cabral, Picciani vai intensificar a campanha de rua, a análise de pesquisas de intenção de voto e a qualidade dos programas eleitorais na TV.
Lindberg quer se beneficiar da presença do presidente Lula em sua campanha. O presidente hoje estará às 13h em Nova Iguaçu, onde Lindberg foi prefeito, para inaugurar uma UPA.

Rio - Setembro é mês decisivo na campanha eleitoral. As pesquisas dão grande distância entre os primeiros e os segundos colocados, e os candidatos elaboram suas estratégias para virar o jogo. Candidato ao governo do Rio pelo Partido Verde (PV), Fernando Gabeira está decidido a lutar: intensificará a campanha, com aposta no corpo a corpo. Já o presidenciável José Serra (PSDB) adotou o slogan “É hora da virada” em sua campanha.
Confiante de que disputará o segundo turno com o governador Sérgio Cabral, candidato à reeleição a quem a última pesquisa Ibope conferiu 56% das intenções de voto, Gabeira, que tem 14%, crê que a quantidade de indecisos vai se desfazer em setembro.
Ele diz ainda que pretendo chegar muito em breve aos 20%: “Em setembro, vou fazer o que eu faço sempre: vou para rua. Tenho a impressão de que muitas pessoas só tomam conhecimento da campanha nas últimas semanas de agosto”, afirmou Gabeira.
O deputado Luiz Paulo Correa da Rocha (PSDB) acredita no potencial do aliado para repetir o desempenho de 2008 na reta final, quando chegou ao segundo turno na disputa com o atual prefeito Eduardo Paes: “Setembro é a reta da virada”. Presidente do PV no Rio, Alfredo Sirkis aposta na dobradinha propaganda eleitoral gratuita e campanha de rua. “Ele gosta de fazer campanha na rua. Não se cansa”, afirma.
Cabral vai manter o foco no pedido de votos. “Hoje, passo por avaliação médica e talvez seja liberado de uma muleta. Então, poderei voltar a fazer corpo a corpo”, planeja.
Na disputa à Presidência, Serra continuará com a metralhadora apontada para a candidata Dilma Rousseff (PT), que tem 51% das intenções de voto segundo o Ibope, 24 pontos à frente do tucano. Outro recurso de Serra será o apoio de partidários nos principais colégios eleitorais do País e do PSDB, São Paulo e Minas, subindo nos palanques com Geraldo Alckmin, candidato ao governo de SP, e Aécio Neves, que briga por vaga no Senado. Dilma fará o último ato em São Paulo.
De olho em Lula e Cabral
Animados com o crescimento de suas candidaturas ao Senado, como dizem as pesquisas, Jorge Picciani (PMDB) e Lindberg Farias (PT) correm para tentar passar Marcelo Crivella (PRB) e Cesar Maia (DEM).
Contando sempre com o apoio do governador Sergio Cabral, Picciani vai intensificar a campanha de rua, a análise de pesquisas de intenção de voto e a qualidade dos programas eleitorais na TV.
Lindberg quer se beneficiar da presença do presidente Lula em sua campanha. O presidente hoje estará às 13h em Nova Iguaçu, onde Lindberg foi prefeito, para inaugurar uma UPA.


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