Política

Redação do Gterra, 10/03/2010 às 06h31min

É unânime no PT que o governador está livre, diz Fábio Novo

O PT não impedirá a unidade da base”, afirmou o presidente do partido, deputado estadual Fábio Novo.

Foto: Reprodução O PT não impedirá a unidade da base”, afirmou o presidente do partido, deputado estadual Fábio Novo,
O PT não impedirá a unidade da base”, afirmou o presidente do partido, deputado estadual Fábio Novo,
Edição: Gterra

No dia 21 de março, o PT reunirá seu diretório regional para definir as estratégias políticas do partido em relação às eleições 2010 no Piauí. Enquanto isso, os petistas tentam aparar as arestas, especialmente em relação às cobranças feitas pelo grupo político do deputado federal Nazareno Fonteles em relação ao apoio do partido à candidatura própria do secretário estadual Antônio José Medeiros à sucessão do governador Wellington Dias.

“A posição oficial, o partido já entregou ao governador. É unânime no PT que o governador está livre. O PT não impedirá a unidade da base”, afirmou o presidente do partido, deputado estadual Fábio Novo, destacando que a prioridade da sigla é a viabilização da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência.

Em relação à tão falada unidade da base aliada ao governador Wellington Dias, Fábio Novo mostrou uma preocupação: “temos de trabalhar para que o PT não seja um partido que descumpre seus acordos”. O presidente do diretório regional petista afirmou que é um equívoco acreditar que o PT seja contra João Vicente Claudino (PTB), Marcelo Castro (PMDB) ou Wilson Martins (PSB), demais pré-candidatos da base aliada. “O PT não construiu esse projeto sozinho. O isolamento é ruim para o PT”, acrescentou.

Justificando uma eventual indicação de João Vicente Claudino como candidato da base aliada, criticada pelos petistas radicais em virtude da participação de JVC no meio empresarial, Fábio Novo é enfático ao colocar-se de forma favorável. “O PT já viveu isso quando o presidente Lula se
uniu à classe empresarial através do vice-presidente José Alencar. Por que regredir?”, indagou.



Fonte: Jornal O Dia

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