Eleições 2010: Themístocles pede cautela na escolha do nome do vice - Política - Gterra

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Redação do Gterra, 12/12/2009 às 08h54min

Eleições 2010: Themístocles pede cautela na escolha do nome do vice

Segundo ele, um candidato a vice em qualquer nível de governo deve somar e não atrapalhar.

Edição: Gterra

Enquanto não há nenhuma definição em relação sobre quem encabeçará a chapa majoritária governista na disputa pelo governo estadual em 2010, o presidente da Assembleia Legislativa, Themístocles Filho (PMDB), afirmou que é preciso ter cautela também na escolha do nome para disputar a vaga de vice-governador. Segundo ele, um candidato a vice em qualquer nível de governo deve somar e não atrapalhar porque uma escolha dessas pode decidir uma eleição.

“Muitos candidatos a vice decidiram eleição no Piauí e a história está aí para lembrar àqueles que esqueceram disso. Por isso defendo que se deve fazer pesquisa antes de qualquer decisão”, disse o presidente da Assembléia acrescentando que “é através das pesquisas que se pode sentir o pulso da população sobre os candidatos”.

Contudo o deputado estadual Themístocles Filho afirma que tal posicionamento não tem nenhuma relação com as especulações nos bastidores políticos sobre uma eventual candidatura sua a vice-governador em 2010 na chapa majoritária governista. “Está decidido, eu sou candidato a deputado estadual junto com meu irmão, que será candidato a deputado federal, e este assunto não trato porque o PMDB tem candidato próprio”, pontuou, referindo-se à pré-candidatura do deputado federal Marcelo Castro ao Governo do Estado.

Além disso, o parlamentar acrescentou que o partido vem trabalhando para fortalecer a candidatura do peemedebista até o mês de março, data escolhida entre os aliados para a escolha do nome que disputará a principal cadeira do Palácio de Karnak em nome da base governista.

“Acreditamos que a candidatura do Marcelo vai crescer bastante, pois ainda temos tempo para rever a situação. Lembro que em 1994, o Mão Santa começou muito abaixo da preferência do eleitor; diziam até que ele era doido, mas conquistou os piauienses e se tornou governador. O mesmo aconteceu com o Wellington nas duas eleições que ele disputou”, explicou.




Fonte: Jornal O Dia

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