Política
Redação do Gterra, 17/03/2011 às 08h43minGoverno trabalha para produzir energia limpa
Essa revisão de prioridades que o mundo inteiro faz agora pode favorecer o Piauí e nós estamos atentos a isso”, disse o governador.
Edição: Gterra
O governo quer o Piauí gerando energia limpa, de qualidade, para que possa impulsionar seu desenvolvimento. Projetos estão sendo trabalhados para garantir os investimentos necessários à construção de hidrelétricas, energia solar e eólica, em condições que possam suprir as necessidades do Estado, desde o setor industrial ao próprio uso doméstico.
O gás natural também está entre as prioridades do governo. Entre as barragens previstas três das cinco programadas para o rio Parnaíba já se encontram em fase de leilão para posterior licitação - Palmeirais, Floriano e Uruçuí. Também foi decidida, pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), a pedido do governador Wilson Martins, a perfuração de um poço de R$ 50 milhões para exploração de gás natural do lado piauiense da bacia do Parnaíba, enquanto as multinacionais Abengoa Brasil e Befesa anunciam investimentos para a produção de energia solar.
Além disso, faz parte da agenda do governo a criação de um polo petroquímico no Estado. De acordo com o governador Wilson Martins o Piauí já se posicionou em âmbito nacional sobre a necessidade de participar ativamente das discussões do futuro do país em investimentos energéticos. “Certamente essa tragédia do Japão vai reposicionar o mundo nas discussões sobre energia. O Piauí já investe e tem fontes ricas que são alternativas viáveis. Além do gás natural, nossas prioridades são os investimentos em energia solar e eólica e isso não é de hoje. Essa revisão de prioridades que o mundo inteiro faz agora pode favorecer o Piauí e nós estamos atentos a isso”, disse o governador.
O Piauí é hoje um dos estados brasileiros que já produz energia a partir do vento, através do Parque Eólico da praia Pedra do Sal, e que pretende ampliar sua experiência no setor. O do parque do litoral ocupa uma área de 434 hectares e sua ampliação encontra-se em fase de projeto, bem como a implantação de outra usina eólica no município de Paulistana, esta última com possibilidade de ser incluída nos próximos leilões do governo federal. O programa de produção de energia eólica recebe apoio do governo federal, através do Programa de Incentivo a Fontes Alternativas (Proinfra), que garante a compra de toda energia produzida no local por um período de vinte anos.
No setor de gás natural, o governador decidiu pedir à ANP a delimitação do potencial do Piauí na bacia do Parnaíba depois que foi anunciada a descoberta de grandes reservas no lado do Maranhão. Os estudos que identificaram as reservas maranhenses foram realizados em 2007 e 2008, na mesma área do lado do Piauí, que faz parte da mesma bacia sedimentar do Parnaíba.
A área onde será perfurado o poço fica nas proximidades de Floriano, no Sul do Estado, a cerca de 270 quilômetros de Teresina. À época das pesquisas, geólogos da empresa responsável chegaram a garantir que os indícios indicavam a existência de gás na região. O projeto de energia solar, a ser desenvolvido pela Abengoa Brasil e Befesa, deverá se localizar na região de Ribeiro Gonçalves. A energia a ser gerada no local, em torno de 3 megawatts, servirá para suprir serviços internos da rede de subestação e da linha Ribeiro Gonçalves-São João do Piauí. O excedente tanto poderá ser usado na rede de suprimento local ou na rede de distribuição da Cepisa.

O governo quer o Piauí gerando energia limpa, de qualidade, para que possa impulsionar seu desenvolvimento. Projetos estão sendo trabalhados para garantir os investimentos necessários à construção de hidrelétricas, energia solar e eólica, em condições que possam suprir as necessidades do Estado, desde o setor industrial ao próprio uso doméstico.
O gás natural também está entre as prioridades do governo. Entre as barragens previstas três das cinco programadas para o rio Parnaíba já se encontram em fase de leilão para posterior licitação - Palmeirais, Floriano e Uruçuí. Também foi decidida, pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), a pedido do governador Wilson Martins, a perfuração de um poço de R$ 50 milhões para exploração de gás natural do lado piauiense da bacia do Parnaíba, enquanto as multinacionais Abengoa Brasil e Befesa anunciam investimentos para a produção de energia solar.
Além disso, faz parte da agenda do governo a criação de um polo petroquímico no Estado. De acordo com o governador Wilson Martins o Piauí já se posicionou em âmbito nacional sobre a necessidade de participar ativamente das discussões do futuro do país em investimentos energéticos. “Certamente essa tragédia do Japão vai reposicionar o mundo nas discussões sobre energia. O Piauí já investe e tem fontes ricas que são alternativas viáveis. Além do gás natural, nossas prioridades são os investimentos em energia solar e eólica e isso não é de hoje. Essa revisão de prioridades que o mundo inteiro faz agora pode favorecer o Piauí e nós estamos atentos a isso”, disse o governador.
O Piauí é hoje um dos estados brasileiros que já produz energia a partir do vento, através do Parque Eólico da praia Pedra do Sal, e que pretende ampliar sua experiência no setor. O do parque do litoral ocupa uma área de 434 hectares e sua ampliação encontra-se em fase de projeto, bem como a implantação de outra usina eólica no município de Paulistana, esta última com possibilidade de ser incluída nos próximos leilões do governo federal. O programa de produção de energia eólica recebe apoio do governo federal, através do Programa de Incentivo a Fontes Alternativas (Proinfra), que garante a compra de toda energia produzida no local por um período de vinte anos.
No setor de gás natural, o governador decidiu pedir à ANP a delimitação do potencial do Piauí na bacia do Parnaíba depois que foi anunciada a descoberta de grandes reservas no lado do Maranhão. Os estudos que identificaram as reservas maranhenses foram realizados em 2007 e 2008, na mesma área do lado do Piauí, que faz parte da mesma bacia sedimentar do Parnaíba.
A área onde será perfurado o poço fica nas proximidades de Floriano, no Sul do Estado, a cerca de 270 quilômetros de Teresina. À época das pesquisas, geólogos da empresa responsável chegaram a garantir que os indícios indicavam a existência de gás na região. O projeto de energia solar, a ser desenvolvido pela Abengoa Brasil e Befesa, deverá se localizar na região de Ribeiro Gonçalves. A energia a ser gerada no local, em torno de 3 megawatts, servirá para suprir serviços internos da rede de subestação e da linha Ribeiro Gonçalves-São João do Piauí. O excedente tanto poderá ser usado na rede de suprimento local ou na rede de distribuição da Cepisa.

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Comentários (1)
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Interessante..
mas gostasria de saber onde está a energia limpa do gás natural... quem foi que inventou esta idéia de limpo???? Limpo é a energia solar e as culturas solares e suas biomassas, limpo é o vento. O gás natural é fossil e vai acabar do mesmo jeito e já em 2035.. porque vamos gastar bilhões com algo que está com os dias contados, oferece um enorme risco ambiental e serve de mecanimos para prolongar a vida da perversa economia fóssil que gerou tanta pobreza e falta de espirito ao ser humano??? O Piaui deveria investir no Sol e seus recursos... carlos cunha, Vila Velha-ES - 22/03/2011 às 07h38min

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