Política
Redação do Gterra, 15/03/2010 às 07h05minWilson diz que pensa diferente de Wellington
Ele já fala em clima de crise na base aliada
Edição Gterra
O vice-governador Wilson Martins (PSB) admitiu que há um clima de instabilidade e crise na base aliada. "É muito ruim de lidar com tudo isso. Não só para ele (governador), mas para todos nós da base. No entanto, vejam o exemplo do presidente Lula que sempre apostou na Dilma Roussef.
Talvez esta demora na definição aqui no Piauí tenha comprometido, tenha aumentado esse clima de instabilidade", afirmou o vice-governador.
As declarações do vice-governador foram seguidas da sua participação no final de semana de um encontro do PSB nacional que aconteceu no Rio de Janeiro. Todas as lideranças do PSB do Piauí participaram do evento.
"Era um encontro sobre socialistas do mundo inteiro", explicou Wilson Martins. Durante o encontro o vice-governador esteve cm o presidente nacional do PSB, deputado federal Cito Gomes.
Ele disse que o deputado pretende ser uma espécie de segunda opção para a base aliada na disputa presidencial.
"O Ciro disse que tem mil por cento de vontade de ser candidato. Mas espera por uma conversa com o presidente Lula, de quem é um amigo. Ele tem um pensamento que faz sentido: todos os candidatos já colocados, como a própria Dilma e o da oposição José Serra (PSDB) podem escorregar daqui para a eleição, quando houver um debate, por exemplo.
E uma segunda opção poderia ajudar a base a ter seu candidato correto", informou.
Wilson Martins afirmou que não existe estremecimento com o governador Wellington Dias. "Não existe mal estar, nem estremecimento. Sou fiel ao governador e sempre fui. Ele sabe disso.
Apenas pensamos diferentes. É claro que existe uma situação de desconforto porque a base aliada é um time com vários partidos e as opiniões ás vezes divergem", acrescentou

O vice-governador Wilson Martins (PSB) admitiu que há um clima de instabilidade e crise na base aliada. "É muito ruim de lidar com tudo isso. Não só para ele (governador), mas para todos nós da base. No entanto, vejam o exemplo do presidente Lula que sempre apostou na Dilma Roussef.
Talvez esta demora na definição aqui no Piauí tenha comprometido, tenha aumentado esse clima de instabilidade", afirmou o vice-governador.
As declarações do vice-governador foram seguidas da sua participação no final de semana de um encontro do PSB nacional que aconteceu no Rio de Janeiro. Todas as lideranças do PSB do Piauí participaram do evento.
"Era um encontro sobre socialistas do mundo inteiro", explicou Wilson Martins. Durante o encontro o vice-governador esteve cm o presidente nacional do PSB, deputado federal Cito Gomes.
Ele disse que o deputado pretende ser uma espécie de segunda opção para a base aliada na disputa presidencial.
"O Ciro disse que tem mil por cento de vontade de ser candidato. Mas espera por uma conversa com o presidente Lula, de quem é um amigo. Ele tem um pensamento que faz sentido: todos os candidatos já colocados, como a própria Dilma e o da oposição José Serra (PSDB) podem escorregar daqui para a eleição, quando houver um debate, por exemplo.
E uma segunda opção poderia ajudar a base a ter seu candidato correto", informou.
Wilson Martins afirmou que não existe estremecimento com o governador Wellington Dias. "Não existe mal estar, nem estremecimento. Sou fiel ao governador e sempre fui. Ele sabe disso.
Apenas pensamos diferentes. É claro que existe uma situação de desconforto porque a base aliada é um time com vários partidos e as opiniões ás vezes divergem", acrescentou


Comentar
Imprimir
RSS




