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Empresarial
Redação do Gterra, 18/10/2009 às 10h38minCasal poupa junto e colhe resultados
Agora o casal está se planejando para viver com o salário de um dos dois.
Foto: Diario do Nordeste
Juliana e Hélio: para cada evento que envolva um custo alto, eles criam uma poupança. Assim, realizam os sonhos à vista
O analista de sistemas Hélio Correia tem 29 anos e foi educado desde cedo para guardar uma parte do que ganha, pensando no futuro. Ele era ainda um bebê quando os pais abriram uma caderneta de poupança para depósitos mensais, pensando no futuro do filho. O investimento rendeu financeira e educacionalmente. Hélio aprendeu direitinho a lição com o exemplo dos pais. Hoje, além da poupança, investe em CDB, em um fundo de ações da Vale e acaba de adquirir um apartamento onde vai morar com a esposa, Juliana Sena. O imóvel é fruto de uma poupança, criada pelos dois, especificamente para este fim.
"Ela é muito mais organizada do que eu", enfatiza Correia. Parecidos no modo de encarar a administração financeira, eles se planejam para o futuro e não deixam de guardar todos os meses uma parte na poupança e outra em algum dos investimentos da família.
Foi assim desde que decidiram casar-se em dezembro de 2007. "Começamos a juntar para a festa, um ano antes da data e conseguimos pagar tudo, até os imprevistos de última hora, sem nos apertarmos", destaca o analista.
Hélio começou a interessar-se pelos investimentos mais ousados em 2007. Precavido, procurou o gerente do banco para se aconselhar. "Eu tinha R$ 2 mil, queria investir corretamente. Isso foi antes da crise mundial e havia uma tendência de alta. Mesmo assim meu gerente sugeriu dividir os investimentos e foi o que eu fiz", informa. Agiu corretamente. Segundo os especialistas não é aconselhável centralizar tudo em uma mesma modalidade. Além disso, um Fundo de Investimento em Ações é para médio e longo prazos. "Me programei para cinco anos, perdi com a crise, mas já recuperei", destaca.
O casal é tão organizado que, para cada evento que pretende realizar que envolva um custo alto, cria uma poupança e destina um percentual mensal para a conta. É o caso do apartamento novo, para o qual criaram também uma conta de "reservas do financiamento". Ele explica: "não só para o caso de um imprevisto como atraso de salário, mas, nunca se sabe quando teremos um alagamento, uma reforma urgente, o que não é barato". Para quem não sabe por onde começar, Hélio ensina o caminho: primeiro pago as contas fixas - considero a prestação da casa uma conta fixa também - e se no fim sobra, tento dividir em investimento extra da casa, poupança pessoal e diversão.
Agora o casal está se planejando para viver com o salário de um dos dois. O outro seria todo para investimento. Para dar certo, eles estão cortando os gastos no cartão de crédito, vão mudar a operadora do celular, para pegar um plano mais em conta num pacote que contenha telefone fixo, celular e internet. "Uma coisa é fato, não iremos comprar o que não podemos. Um carro, por exemplo". (MSS)
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Juliana e Hélio: para cada evento que envolva um custo alto, eles criam uma poupança. Assim, realizam os sonhos à vista
O analista de sistemas Hélio Correia tem 29 anos e foi educado desde cedo para guardar uma parte do que ganha, pensando no futuro. Ele era ainda um bebê quando os pais abriram uma caderneta de poupança para depósitos mensais, pensando no futuro do filho. O investimento rendeu financeira e educacionalmente. Hélio aprendeu direitinho a lição com o exemplo dos pais. Hoje, além da poupança, investe em CDB, em um fundo de ações da Vale e acaba de adquirir um apartamento onde vai morar com a esposa, Juliana Sena. O imóvel é fruto de uma poupança, criada pelos dois, especificamente para este fim.
"Ela é muito mais organizada do que eu", enfatiza Correia. Parecidos no modo de encarar a administração financeira, eles se planejam para o futuro e não deixam de guardar todos os meses uma parte na poupança e outra em algum dos investimentos da família.
Foi assim desde que decidiram casar-se em dezembro de 2007. "Começamos a juntar para a festa, um ano antes da data e conseguimos pagar tudo, até os imprevistos de última hora, sem nos apertarmos", destaca o analista.
Hélio começou a interessar-se pelos investimentos mais ousados em 2007. Precavido, procurou o gerente do banco para se aconselhar. "Eu tinha R$ 2 mil, queria investir corretamente. Isso foi antes da crise mundial e havia uma tendência de alta. Mesmo assim meu gerente sugeriu dividir os investimentos e foi o que eu fiz", informa. Agiu corretamente. Segundo os especialistas não é aconselhável centralizar tudo em uma mesma modalidade. Além disso, um Fundo de Investimento em Ações é para médio e longo prazos. "Me programei para cinco anos, perdi com a crise, mas já recuperei", destaca.
O casal é tão organizado que, para cada evento que pretende realizar que envolva um custo alto, cria uma poupança e destina um percentual mensal para a conta. É o caso do apartamento novo, para o qual criaram também uma conta de "reservas do financiamento". Ele explica: "não só para o caso de um imprevisto como atraso de salário, mas, nunca se sabe quando teremos um alagamento, uma reforma urgente, o que não é barato". Para quem não sabe por onde começar, Hélio ensina o caminho: primeiro pago as contas fixas - considero a prestação da casa uma conta fixa também - e se no fim sobra, tento dividir em investimento extra da casa, poupança pessoal e diversão.
Agora o casal está se planejando para viver com o salário de um dos dois. O outro seria todo para investimento. Para dar certo, eles estão cortando os gastos no cartão de crédito, vão mudar a operadora do celular, para pegar um plano mais em conta num pacote que contenha telefone fixo, celular e internet. "Uma coisa é fato, não iremos comprar o que não podemos. Um carro, por exemplo". (MSS)
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Fonte: Diario do Nordeste