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Empresarial
Redação do Gterra, 20/02/2010 às 10h08minPiauí é sexto do país em inadimplência dos cheques
Nordeste, o Piauí ficou atrás do Maranhão (8,72%) e de Sergipe (6,62%).
Foto: Reprodução Internet
O comércio é quem mais sofre com a emissão de cheques sem fundo no Piauí
Edição Gterra
O Piauí é o sexto Estado do Brasil em inadimplência com cheques sem fundo. A informação é do Serasa (empresa brasileira que presta serviços de análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócios), com relação ao mês de janeiro deste ano.
O Estado contabilizou 5,35% do total de cheques emitidos no comércio. Entre os Estados do Nordeste, o Piauí ficou atrás do Maranhão (8,72%) e de Sergipe (6,62%). O Amapá foi o Estado com o maior percentual de cheques devolvidos (11,93%). São Paulo, por sua vez, foi o Estado de menor percentual (1,41%). Entre as regiões, a Norte foi que teve o maior percentual de devolução de cheques no primeiro mês do ano, com 4,30%. Na outra ponta do ranking está a Sudeste, com 1,51%. Em todo o país, a inadimplência foi 1,85%. Os índices foram divulgados ontem, pelo Serasa.
Esta é apenas uma das modalidades de não pagamento de dívidas registradas a cada início de ano, ocorrendo também com dívidas adquiridas em cartões de crédito. Conforme revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, este foi o menor percentual verificado em dezesseis meses no país. Ao todo, foram devolvidos 1,673 milhões de cheques no primeiro mês do ano, e compensados 90.587 milhões.
Considerando-se apenas os meses de janeiro, a devolução de 1,85% ocorrida em janeiro de 2010 é a menor desde 2005, ano em que a devolução de cheques por insuficiência de fundos havia sido de 1,53% em janeiro.
Segundo os economistas da Serasa Experian, a aceleração do crescimento econômico, especialmente a partir do segundo semestre de 2009, conferindo aumento do nível do emprego e da renda, tem contribuído para a redução da inadimplência das pessoas físicas e jurídicas todas as suas modalidades, inclusive na incidência de cheques devolvidos.
Além disto, a normalização do mercado de crédito tem diminuído o papel do cheque como alternativa de financiamento - movimento que foi bastante intenso durante o final de 2008 e boa parte de 2009 - favorecendo a melhora do risco deste instrumento de pagamento

O comércio é quem mais sofre com a emissão de cheques sem fundo no Piauí
Edição Gterra
O Piauí é o sexto Estado do Brasil em inadimplência com cheques sem fundo. A informação é do Serasa (empresa brasileira que presta serviços de análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócios), com relação ao mês de janeiro deste ano.
O Estado contabilizou 5,35% do total de cheques emitidos no comércio. Entre os Estados do Nordeste, o Piauí ficou atrás do Maranhão (8,72%) e de Sergipe (6,62%). O Amapá foi o Estado com o maior percentual de cheques devolvidos (11,93%). São Paulo, por sua vez, foi o Estado de menor percentual (1,41%). Entre as regiões, a Norte foi que teve o maior percentual de devolução de cheques no primeiro mês do ano, com 4,30%. Na outra ponta do ranking está a Sudeste, com 1,51%. Em todo o país, a inadimplência foi 1,85%. Os índices foram divulgados ontem, pelo Serasa.
Esta é apenas uma das modalidades de não pagamento de dívidas registradas a cada início de ano, ocorrendo também com dívidas adquiridas em cartões de crédito. Conforme revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, este foi o menor percentual verificado em dezesseis meses no país. Ao todo, foram devolvidos 1,673 milhões de cheques no primeiro mês do ano, e compensados 90.587 milhões.
Considerando-se apenas os meses de janeiro, a devolução de 1,85% ocorrida em janeiro de 2010 é a menor desde 2005, ano em que a devolução de cheques por insuficiência de fundos havia sido de 1,53% em janeiro.
Segundo os economistas da Serasa Experian, a aceleração do crescimento econômico, especialmente a partir do segundo semestre de 2009, conferindo aumento do nível do emprego e da renda, tem contribuído para a redução da inadimplência das pessoas físicas e jurídicas todas as suas modalidades, inclusive na incidência de cheques devolvidos.
Além disto, a normalização do mercado de crédito tem diminuído o papel do cheque como alternativa de financiamento - movimento que foi bastante intenso durante o final de 2008 e boa parte de 2009 - favorecendo a melhora do risco deste instrumento de pagamento

Fonte: DP