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Geral
Redação do Gterra, 27/01/2012 às 18h55minMuros de escolas do estado servem como outdoors publicitários
Instituições de ensino na cidade de Parnaíba estão utilizando os muros das escolas para fins econômicos, como é o caso do “muro outdoor”, onde trazem pinturas com logomarcas de empresas particulares. Esta prática vem funcionando em várias esc
Foto: Proparnaiba
Esta prática vem funcionando em várias escolas do governo
Edição Gterra
No bairro Piauí, a escola João Silva Filho teve sua lateral que dá visão para quem passa na Av. Dr. João Silva Filho, totalmente pintada com propaganda de diversas empresas. A equipe do Proparnaiba, procurou a direção da escola, mais o mesmo estava viajando e não pôde responder.
Na regional de educação, no Bairro Nova Parnaíba, falamos com a diretora da 1ª Gerência Regional de Educação, Narjara Machado Benício, ela nos disse que não tem conhecimento deste fato, mais depois de alguns minutos de conversa, ela acabou revelando
“Como a escola não tinha recursos próprios para levantar o muro, foi cedido o espaço para que uma pessoa levantasse o muro e fizesse uma calçada, mais isso não seria uma locação em troca de recursos financeiros. Tudo isso foi feito junto à escola que tem tudo anotado e legal, mas isso só poderá ser apresentado na segunda-feira à tarde, pelo diretor da escola que está em viagem”, disse a diretora da regional de educação
Ela complementa dizendo: “A gestão mediante a autorização do conselho reverte o que é arrecadado para melhoria na escola, para que isso não seja uma comercialização, isso deve ser autorizado pelo conselho e prestado conta posteriormente. No contrato de gestão existe uma cláusula que diz o seguinte, se tiver alguma arrecadação própria da escola que ela seja depositada em conta no valor em dinheiro, esta deve ser revertida em melhorias na escola. Eu não tenho conhecimento de nenhum contrato existente entre escolas do estado neste sentido.
A reportagem do Proparnaiba.com se colocou como possível cliente interessado na propaganda do muro. O diretor de reportagem fez contato gravado com um senhor identificado pelo nome de Araujo, segundo o vendedor do muro, a propaganda é comercializada no valor de duzentos reais e isso é firmado mediante um contrato de seis meses junto à empresa interessada. O vendedor diz ainda para não se preocupar que tudo está em comum acordo entre ele e a escola.

Esta prática vem funcionando em várias escolas do governo
Edição Gterra
No bairro Piauí, a escola João Silva Filho teve sua lateral que dá visão para quem passa na Av. Dr. João Silva Filho, totalmente pintada com propaganda de diversas empresas. A equipe do Proparnaiba, procurou a direção da escola, mais o mesmo estava viajando e não pôde responder.
Na regional de educação, no Bairro Nova Parnaíba, falamos com a diretora da 1ª Gerência Regional de Educação, Narjara Machado Benício, ela nos disse que não tem conhecimento deste fato, mais depois de alguns minutos de conversa, ela acabou revelando
“Como a escola não tinha recursos próprios para levantar o muro, foi cedido o espaço para que uma pessoa levantasse o muro e fizesse uma calçada, mais isso não seria uma locação em troca de recursos financeiros. Tudo isso foi feito junto à escola que tem tudo anotado e legal, mas isso só poderá ser apresentado na segunda-feira à tarde, pelo diretor da escola que está em viagem”, disse a diretora da regional de educação
Ela complementa dizendo: “A gestão mediante a autorização do conselho reverte o que é arrecadado para melhoria na escola, para que isso não seja uma comercialização, isso deve ser autorizado pelo conselho e prestado conta posteriormente. No contrato de gestão existe uma cláusula que diz o seguinte, se tiver alguma arrecadação própria da escola que ela seja depositada em conta no valor em dinheiro, esta deve ser revertida em melhorias na escola. Eu não tenho conhecimento de nenhum contrato existente entre escolas do estado neste sentido.
A reportagem do Proparnaiba.com se colocou como possível cliente interessado na propaganda do muro. O diretor de reportagem fez contato gravado com um senhor identificado pelo nome de Araujo, segundo o vendedor do muro, a propaganda é comercializada no valor de duzentos reais e isso é firmado mediante um contrato de seis meses junto à empresa interessada. O vendedor diz ainda para não se preocupar que tudo está em comum acordo entre ele e a escola.

Fonte: Denilson Freitas / Proparnaiba.com