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Polícia
Redação do Gterra, 10/08/2010 às 08h23minPolícia piauiense faz curso para combater corrupção
O secretário estadual de Segurança, Raimundo Leite, diz que casos de fraudes, corrupção e o crime organizado devem ser tratados com extrema seriedade.
Foto: Reprodução
Polícia piauiense faz curso para combater corrupção
Edição: Gterra
“A maneira como o crime funciona e como ele deve ser encarado mudou. Hoje em dia, não adianta mais apenas prender os líderes, mas, sim, temos que interromper o fluxo que o alimenta.” A fala do coordenador geral de Cooperação Jurídica Internacional da Secretaria Nacional de Justiça, Arnaldo Silveira, na manhã de ontem, resume muito do curso de capacitação para o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro oferecido aos policiais civis de Teresina durante toda esta semana na Academia de Polícia, no bairro Saci.
O secretário estadual de Segurança, Raimundo Leite, diz que casos de fraudes, corrupção e o crime organizado devem ser tratados com extrema seriedade. “Temos um trabalho forte e uma boa atuação no estado com a Cico, mas a própria realização desse curso já mostra a necessidade de continuar sempre alerta quando se fala em crime”.
O secretário lamentou a nova onda de crimes que aumentaram, mas afirmou que a polícia está se preparando cada vez mais para combatê-lo. “O que me preocupa muito são os casos de assaltos, seqüestros relâmpago e o tráfico de drogas, mas eu posso afirmar uma coisa: vamos partir para cima dos traficantes com toda a dedicação que a polícia tem!”.
O coordenador-geral Arnaldo Silveira esteve em Teresina na manhã de ontem para ministrar uma palestra sobre o Sistema Nacional de Combate à Lavagem de Dinheiro aos agentes da Polícia Civil em Teresina. “Hoje em dia, o problema maior se relaciona com a condenação.”
Em sua fala, Arnaldo confirma que a morosidade dos processos prejudica em muito a Justiça e que o trabalho dos agentes pode auxiliar bastante com a identificação das fraudes. “A partir do momento em que a gente trabalha bloqueando o fluxo de dinheiro oriundo de crimes, a gente passa a desmotivar as pessoas a desempenharem essas atividades”.
Segundo Arnaldo Silveira, a orientação oferecida no Curso de Capacitação no Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro para a Polícia Civil procura evitar também o envolvimento do agente com o crime. “O certo é denunciar e não participar ou ser omisso. Pregamos que o ‘não’ do policial sempre conta”.
Para José Haroldo, um dos mais de cem agentes da Polícia Civil que participam do curso, toda capacitação é uma maneira de aprender mais e poder oferecer uma melhor atuação à sociedade. “Esses cursos e treinamentos deveriam ocorrer com mais frequência; são muito necessários. Sempre aproveitamos para nos capacitar mais quando temos oportunidade.”
Segundo ele, a capacitação para identificação das fraudes, coleta de provas e outros serviços que o agente desempenha só deve melhorar o trabalho dos policiais e da justiça. “A não condenação de um culpado ou o atraso disso por falta de provas apenas beneficia um criminoso, e esse trabalho técnico deve ser feito com o maior cuidado e com a melhor preparação que pudermos ter.”
O curso segue até o dia 13 com palestras e demonstrações práticas com envolvendo os trabalhos de coleta de provas, combate à corrupção, enriquecimento ilícito, crime organizado entre diversas outras atividades técnicas realizadas pelos agentes da polícia civil.

Polícia piauiense faz curso para combater corrupção
Edição: Gterra
“A maneira como o crime funciona e como ele deve ser encarado mudou. Hoje em dia, não adianta mais apenas prender os líderes, mas, sim, temos que interromper o fluxo que o alimenta.” A fala do coordenador geral de Cooperação Jurídica Internacional da Secretaria Nacional de Justiça, Arnaldo Silveira, na manhã de ontem, resume muito do curso de capacitação para o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro oferecido aos policiais civis de Teresina durante toda esta semana na Academia de Polícia, no bairro Saci.
O secretário estadual de Segurança, Raimundo Leite, diz que casos de fraudes, corrupção e o crime organizado devem ser tratados com extrema seriedade. “Temos um trabalho forte e uma boa atuação no estado com a Cico, mas a própria realização desse curso já mostra a necessidade de continuar sempre alerta quando se fala em crime”.
O secretário lamentou a nova onda de crimes que aumentaram, mas afirmou que a polícia está se preparando cada vez mais para combatê-lo. “O que me preocupa muito são os casos de assaltos, seqüestros relâmpago e o tráfico de drogas, mas eu posso afirmar uma coisa: vamos partir para cima dos traficantes com toda a dedicação que a polícia tem!”.
O coordenador-geral Arnaldo Silveira esteve em Teresina na manhã de ontem para ministrar uma palestra sobre o Sistema Nacional de Combate à Lavagem de Dinheiro aos agentes da Polícia Civil em Teresina. “Hoje em dia, o problema maior se relaciona com a condenação.”
Em sua fala, Arnaldo confirma que a morosidade dos processos prejudica em muito a Justiça e que o trabalho dos agentes pode auxiliar bastante com a identificação das fraudes. “A partir do momento em que a gente trabalha bloqueando o fluxo de dinheiro oriundo de crimes, a gente passa a desmotivar as pessoas a desempenharem essas atividades”.
Segundo Arnaldo Silveira, a orientação oferecida no Curso de Capacitação no Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro para a Polícia Civil procura evitar também o envolvimento do agente com o crime. “O certo é denunciar e não participar ou ser omisso. Pregamos que o ‘não’ do policial sempre conta”.
Para José Haroldo, um dos mais de cem agentes da Polícia Civil que participam do curso, toda capacitação é uma maneira de aprender mais e poder oferecer uma melhor atuação à sociedade. “Esses cursos e treinamentos deveriam ocorrer com mais frequência; são muito necessários. Sempre aproveitamos para nos capacitar mais quando temos oportunidade.”
Segundo ele, a capacitação para identificação das fraudes, coleta de provas e outros serviços que o agente desempenha só deve melhorar o trabalho dos policiais e da justiça. “A não condenação de um culpado ou o atraso disso por falta de provas apenas beneficia um criminoso, e esse trabalho técnico deve ser feito com o maior cuidado e com a melhor preparação que pudermos ter.”
O curso segue até o dia 13 com palestras e demonstrações práticas com envolvendo os trabalhos de coleta de provas, combate à corrupção, enriquecimento ilícito, crime organizado entre diversas outras atividades técnicas realizadas pelos agentes da polícia civil.

Fonte: Jornal O Dia