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Redação do Gterra, 09/03/2010 às 18h21minBBB10: "Não me considero ateu", diz Dourado ao exibir sua tatuagem com as palavras "Sem fé"
Dourado ressaltou que não fez a tatuagem para ganhar a empatia das pessoas.
Foto: Reprodução
Dourado
Edição: gterra
Depois da suástica no braço, a tatuagem com os dizeres “Sem fé” foi assunto dentro da casa na madrugada desta terça-feira (09). “Eu sofri muito preconceito, mas isso tem me fortalecido cada vez mais”, contou Dourado para Michel e Fernanda. “Fiz essa tatuagem em um determinado momento da vida. Não tenho motivos para acreditar em nada, mas não me considero ateu. Eu sou eu”.
Dourado ressaltou que não fez a tatuagem para ganhar a empatia das pessoas. “Queria era ganhar antipatia dos outros. Nem entendo como consegui voltar de três paredões”. E disse também: “Você pode tatuar ‘Deus é fiel’ ou uma cruz no peito. Isso não me diz nada. Para mim, o que importa são as suas atitudes”.
O tema preconceito tomou conta da roda de conversa. O lutador comentou que, numa sociedade politicamente correta, é preciso ter cuidado com o que fala. “Um amigo pode chamar você de veado, de alemão, de negão, mas se um desconhecido chega e lhe chama da mesma forma é taxado de preconceituoso. Um negro pode sair na rua com uma camiseta com a frase ‘100% negro’, mas um branco não poder de casa com uma blusa escrita ‘100% branco”, exemplificou Dourado.
Já Fernanda disse que não frequenta shows de rock por causa da violência. “Eu nunca presenciei violência em show de rock. Isso é um preconceito", rebateu o lutador. "Acho que numa micareta tem muito mais brigas do que num show de rock. E em jogo de futebol, então?”, comentou. “Dicesar disse que também não iria a um lugar como esse. Mas pode ser que ele já tenha sido agredido por um grupo de roqueiros”, completou Eliane.

Dourado
Edição: gterra
Depois da suástica no braço, a tatuagem com os dizeres “Sem fé” foi assunto dentro da casa na madrugada desta terça-feira (09). “Eu sofri muito preconceito, mas isso tem me fortalecido cada vez mais”, contou Dourado para Michel e Fernanda. “Fiz essa tatuagem em um determinado momento da vida. Não tenho motivos para acreditar em nada, mas não me considero ateu. Eu sou eu”.
Dourado ressaltou que não fez a tatuagem para ganhar a empatia das pessoas. “Queria era ganhar antipatia dos outros. Nem entendo como consegui voltar de três paredões”. E disse também: “Você pode tatuar ‘Deus é fiel’ ou uma cruz no peito. Isso não me diz nada. Para mim, o que importa são as suas atitudes”.
O tema preconceito tomou conta da roda de conversa. O lutador comentou que, numa sociedade politicamente correta, é preciso ter cuidado com o que fala. “Um amigo pode chamar você de veado, de alemão, de negão, mas se um desconhecido chega e lhe chama da mesma forma é taxado de preconceituoso. Um negro pode sair na rua com uma camiseta com a frase ‘100% negro’, mas um branco não poder de casa com uma blusa escrita ‘100% branco”, exemplificou Dourado.
Já Fernanda disse que não frequenta shows de rock por causa da violência. “Eu nunca presenciei violência em show de rock. Isso é um preconceito", rebateu o lutador. "Acho que numa micareta tem muito mais brigas do que num show de rock. E em jogo de futebol, então?”, comentou. “Dicesar disse que também não iria a um lugar como esse. Mas pode ser que ele já tenha sido agredido por um grupo de roqueiros”, completou Eliane.

Fonte: Babado