Tecnologia
Redação do Gterra, 19/11/2011 às 11h36minEntenda projeto de lei que ameaça liberdade na web nos EUA
O Sopa pretende "censurar" e punir sites que reproduzam conteúdo sem autorização
Edição: Gterra
Um novo projeto de lei batizado de Sopa, sigla para Stop Online Piracy Act - em português, algo como "ato de impedimento da pirataria online" - , ameaça a liberdade na web nos Estados Unidos. O objetivo do projeto, que vem sendo elogiado tanto por republicanos como por democratas no país, é resguardar os direitos do autor e a propriedade intelectual envolvidos em uma obra de arte.
Companhias que detêm os maiores sites da internet, como o Google e o Facebook, são contra a medida. Caso aconteça a aprovação, os detentores dos direitos - basicamente estúdios de TV e Hollywood - podem recorrer ao governo americano para que sites que publiquem conteúdo não autorizado sejam bloqueados.
O tipo de bloqueio proposto não é pioneiro. Países como a China, o Irã e a Síria utilizam o mesmo método para controlar a web. A diferença, neste caso, é que se trata dos Estados Unidos, um país que abriga as principais companhias de tecnologia do planeta e está à frente da produção de conteúdo na web - além de ser exemplo tradicional de democracia.

Um novo projeto de lei batizado de Sopa, sigla para Stop Online Piracy Act - em português, algo como "ato de impedimento da pirataria online" - , ameaça a liberdade na web nos Estados Unidos. O objetivo do projeto, que vem sendo elogiado tanto por republicanos como por democratas no país, é resguardar os direitos do autor e a propriedade intelectual envolvidos em uma obra de arte.
Companhias que detêm os maiores sites da internet, como o Google e o Facebook, são contra a medida. Caso aconteça a aprovação, os detentores dos direitos - basicamente estúdios de TV e Hollywood - podem recorrer ao governo americano para que sites que publiquem conteúdo não autorizado sejam bloqueados.
O tipo de bloqueio proposto não é pioneiro. Países como a China, o Irã e a Síria utilizam o mesmo método para controlar a web. A diferença, neste caso, é que se trata dos Estados Unidos, um país que abriga as principais companhias de tecnologia do planeta e está à frente da produção de conteúdo na web - além de ser exemplo tradicional de democracia.

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