Tecnologia
Redação do Gterra, 09/11/2011 às 16h21minJaponeses criam novo robô cão-guia para deficientes visuais
"Patas" do guia de robótico agora têm articulações, o que permite movimentos mais rápidos, quase na mesma velocidade dos feitos pelo humano que acompanha a máquina
Edição: Gterra
Os japoneses da NSK apresentaram em outubro a terceira versão de seu robô cão-guia. Ainda sem nome, o equipamento é voltado a ajudar pessoas com deficiência visual, assim como os animais de carne e osso, segundo o Plastic Pals.
Entre as melhorias apresentadas com o terceiro protótipo destaca-se o uso de sensores do Microsoft Kinect para identificar obstáculos e escadas. Em relação aos degraus, outra benfeitoria foi na forma de movimentação das "patas" do cão-guia robótico, que agora tem articulações. Assim, o "animal" sobe e desce com mais agilidade - quase a mesma do humano que o acompanha. O sistema antigo, mais lento, funcionava como espécies de garras e mecanismo de "escalada".
O novo sistema não interfere na tecnologia das rodas, implantadas no segundo protótipo, que garantem velocidades de até 3,7 km/h em terrenos planos. Fazer curvas também é simples, graças ao mecanismo que permite rotacionar os membros em qualquer direção - esse, uma novidade da terceira versão.
O cão-guia de metal apresentado em outubro ainda tem como destaques o sistema de reconhecimento de voz, para que o robô seja comandado pelo dono. "Coleira" mais comprida e sensores de impacto nas "patas", para evitar colisões, completam a lista de melhorias. Para vê-lo em movimento, acesse o atalho http://bit.ly/tmqJTS
Embora o robô seja bem mais devagar do que cachorros de verdade, o Plastic Pals considera opções tecnológicas que poderiam fazer das máquinas companheiras eficientes em alguns casos. A implantação de orientação através de GPS e mapas online, por exemplo, viabilizaria ao deficiente visual "programar" o cão-guia robótico para, além de evitar obstáculos, indicar o caminho seguir e onde parar.
O primeiro protótipo, o NR001, foi desenvolvido em 2005, por uma equipe de engenheiros recém-graduados pela Universidade de Eletrocomunicações, no Japão, mesmo grupo que apresentou, em 2007, a segunda versão do robô. Para 2020, os japoneses pretendem que o robô já seja vendável.

Os japoneses da NSK apresentaram em outubro a terceira versão de seu robô cão-guia. Ainda sem nome, o equipamento é voltado a ajudar pessoas com deficiência visual, assim como os animais de carne e osso, segundo o Plastic Pals.
Entre as melhorias apresentadas com o terceiro protótipo destaca-se o uso de sensores do Microsoft Kinect para identificar obstáculos e escadas. Em relação aos degraus, outra benfeitoria foi na forma de movimentação das "patas" do cão-guia robótico, que agora tem articulações. Assim, o "animal" sobe e desce com mais agilidade - quase a mesma do humano que o acompanha. O sistema antigo, mais lento, funcionava como espécies de garras e mecanismo de "escalada".
O novo sistema não interfere na tecnologia das rodas, implantadas no segundo protótipo, que garantem velocidades de até 3,7 km/h em terrenos planos. Fazer curvas também é simples, graças ao mecanismo que permite rotacionar os membros em qualquer direção - esse, uma novidade da terceira versão.
O cão-guia de metal apresentado em outubro ainda tem como destaques o sistema de reconhecimento de voz, para que o robô seja comandado pelo dono. "Coleira" mais comprida e sensores de impacto nas "patas", para evitar colisões, completam a lista de melhorias. Para vê-lo em movimento, acesse o atalho http://bit.ly/tmqJTS
Embora o robô seja bem mais devagar do que cachorros de verdade, o Plastic Pals considera opções tecnológicas que poderiam fazer das máquinas companheiras eficientes em alguns casos. A implantação de orientação através de GPS e mapas online, por exemplo, viabilizaria ao deficiente visual "programar" o cão-guia robótico para, além de evitar obstáculos, indicar o caminho seguir e onde parar.
O primeiro protótipo, o NR001, foi desenvolvido em 2005, por uma equipe de engenheiros recém-graduados pela Universidade de Eletrocomunicações, no Japão, mesmo grupo que apresentou, em 2007, a segunda versão do robô. Para 2020, os japoneses pretendem que o robô já seja vendável.

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