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Redação do Gterra, 10/11/2009 às 09h27minPolicia já registrou 179 ocorrências em escolas
Assalto à mão armada, tráfico de drogas, vandalismo, briga entre gangues e latrocÃnio. De maio a setembro, a PolÃcia Militar registrou 179 ocorrências como estas.
Daniel Fernandes
Assalto à mão armada, tráfico de drogas, vandalismo, briga entre gangues e latrocínio. De maio a setembro, a Polícia Militar registrou 179 ocorrências como estas, cometidas por jovens em idade escolar na capital. Entre elas, foram 58 agressões entre alunos, 13 vandalismos graves, 10 furtos e 4 portes de armas brancas. A área leste de São Luís, em especial Cidade Olímpica e Cidade Operária, registrou 37% das ocorrências. A menor incidência está na área Itaqui-Bacanga, que registrou apenas 15%. De todas estas ocorrências, 47% acontecem no período da tarde.
Os índices apontam para uma dura realidade: a criminalidade entre adolescentes é alta, e a forma como o problema é combatido não têm se mostrado eficaz. Apenas cinco equipes policiais são responsáveis pela fiscalização em instituições públicas de ensino na cidade, que somam mais de 300.
O Maranhão sofre com a falta de pesquisas concisas sobre a influência dessa violência nas escolas. Embora haja pesquisas geográficas, como o mapeamento em determinados bairros pela Guarda Municipal e pela Secretaria de Segurança, a relação destes com as escolas são ainda deixadas em segundo plano. A atuação das forças policiais e governamentais contra o crime acaba sendo realizada com base nas denúncias da população.

Assalto à mão armada, tráfico de drogas, vandalismo, briga entre gangues e latrocínio. De maio a setembro, a Polícia Militar registrou 179 ocorrências como estas, cometidas por jovens em idade escolar na capital. Entre elas, foram 58 agressões entre alunos, 13 vandalismos graves, 10 furtos e 4 portes de armas brancas. A área leste de São Luís, em especial Cidade Olímpica e Cidade Operária, registrou 37% das ocorrências. A menor incidência está na área Itaqui-Bacanga, que registrou apenas 15%. De todas estas ocorrências, 47% acontecem no período da tarde.
Os índices apontam para uma dura realidade: a criminalidade entre adolescentes é alta, e a forma como o problema é combatido não têm se mostrado eficaz. Apenas cinco equipes policiais são responsáveis pela fiscalização em instituições públicas de ensino na cidade, que somam mais de 300.
O Maranhão sofre com a falta de pesquisas concisas sobre a influência dessa violência nas escolas. Embora haja pesquisas geográficas, como o mapeamento em determinados bairros pela Guarda Municipal e pela Secretaria de Segurança, a relação destes com as escolas são ainda deixadas em segundo plano. A atuação das forças policiais e governamentais contra o crime acaba sendo realizada com base nas denúncias da população.

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